Changing Plain Jane

Este blog é sobre beleza, vida saudável e lifestyle. Tenho um interesse especial em beleza sem químicos nocivos.

This blog is about beauty, healthy life and lifestyles. I have a special interest in Green Beauty.

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terça-feira, 9 de junho de 2015

COMIDA EMOCIONAL


A comida é emocional, quer ache bem, quer ache mal… ;) Passamos a vida a correr atrás de algo, como se alguma coisa nos faltasse, e sentimo-nos vazios. Todas estas coisas geram níveis de stress bastante elevados e o sofrimento emocional é praticamente inevitável. E adivinha como é que muitas vezes esses vazios são preenchidos? Pois é… infelizmente, na comida. Ou pior, na “comida”… E será que quando “ataca” o frigorífico realmente está com fome? E o problema? É “só” este: se enchemos os nossos corpos com alimentos ‘vazios’ e que carecem de nutrição, estes ficarão mais fracos e cansados. Por outro lado, se munirmos os nossos corpos com vibrações alimentares elevadas, através de alimentos frescos e ‘limpos’, necessariamente irá sentir-se mais vivo, bem e feliz. Tudo é energia. Todos somos energia. E a comidinha no nosso organismo? É energia transformada! Os alimentos orgânicos frescos são energia positiva e é essa energia que mantém a alta vibração. Então, e de que forma a comida é emocional? Nós escolhemos os alimentos pela maneira como nos estamos a sentir no momento, ou como nos temos sentido no passado, e ainda como o nosso corpo se sente e qual é o seu desejo. E sim, o “desejar” decorre de emoções também. É baseado em sentimentos inconscientes de querer, do tipo "o que é que eu quero comer?” ou “eu estou com fome, eu tenho uma necessidade de preencher ". 

E o facto é este: precisamos de comida para sobreviver e precisamos de comida para progredir. Já ouviu dizer que “semelhante atrai semelhante”? Pois bem, este adágio que de resto é tido como uma “lei universal” em todas as correntes e filosofias ancestrais, espelha bem uma verdade: diz-me o que comes dir-te-ei como te sentes. Inversamente, poderíamos dizer “diz-me como te sentes, dir-te-ei o que comes”. Muitas vezes o nosso corpo simplesmente parece “pedir” o que comer. E é pois importante honrá-lo e “ouvir” com atenção o que ele nos está a pedir. Se quer sumo fresco, dê-lhe sumo fresco! E quando ele nos pede um bolo de natas, por exemplo? Se for de forma sistemática e recorrente, aí provavelmente, pare um pouco para pensar (antes de passar à acção e abrir a caixa dos doces). Comece por distinguir entre aquilo que é a vontade de comer fisiológica (do corpo) daquilo que é a vontade de comer emocional (da mente). Por outras palavras, a sensação de fome física tende a ocorrer progressivamente e tende a poder ser adiada (não saciada no momento). A sensação de fome emocional aparece de repente e muitas vezes com carácter de “urgência”. A fome física pode ser satisfeita com qualquer alimento, ao passo que a fome emocional exige, muitas vezes, satisfação exclusiva através de itens muito específicos (por exemplo, apelo por pizza, gelado, etc.). A fome física uma vez saciada, faz com a pessoa queira parar de comer. Já na fome emocional a pessoa tende a comer muito mais do que aquilo que em situações normais comeria. Por último, a fome física ao ser satisfeita não cria sensação de culpa; a fome emocional, pelo contrário, cria sensações de culpa após ser satisfeita. O equilíbrio e a moderação são importantes em todos os aspectos das nossas vidas. E a alimentação é, seguramente, um outro aspecto importante desse equilíbrio. E alguns dos ingredientes mais importantes com os quais podemos alimentar corpo e alma são precisamente o respeito, amor, honra e confiança. E isso passa (ou não) pelo estômago e pelo trato gastrointestinal, literalmente. :) Que tipo de alimentos você come? Que tipo de alimentos deseja? O que precisa e quais as emoções que sente ao comê-los? Como é que costuma escolher os seus alimentos? Verifique as suas emoções e pergunte-se que conexão pode existir entre as necessidades que precisa atender, aos diferentes níveis. Ter consciência dá jeito e a verdade começa aí. Então, temos tudo para fazer boas escolhas. Porém, somos levados pelos nossos desejos e emoções não resolvidas. 

Para finalizar, por hoje, deixamos aqui algumas técnicas básicas para se livrar destas armadilhas: 
- Sempre que sentir o impulso de comer fora de horas, pergunte-se: estou com fome ou com vontade de comer? Estou com fome de quê? O que me incomoda neste momento? Traga para o consciente a situação e tente resolver; - Pratique uma actividade física para canalizar o stress (caminhada, yoga, dançar, etc.); - Alimente também o seu espírito, tire um tempo para olhar para dentro de si, para meditar, orar ou até mesmo contemplar a natureza. Em suma, existem diferenças entre desejo, necessidade e vontade. É importante aprendermos a lidar com as nossas emoções, pois acontece com frequência alimentarmo-nos compulsivamente, mais por ansiedade do que por fome. Quando assim acontece, simplesmente esperamos que o alimento nos traga novamente uma sensação de bem-estar e aí é fácil cair-se num ciclo vicioso. E depois? Diz-lhe alguma coisa aquela sensação de culpa ou de “ressaca” moral?...www.wonderfeel.pt
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domingo, 7 de junho de 2015

12 truques para combater a fome ao longo do dia


Lavou os dentes depois de comer? Se não, devia. Não só pelo bem da higiene oral, mas porque ajuda a controlar o apetite entre as refeições. O mesmo se pode dizer de ir às compras sem fome.
Autor
·         Ana Cristina Marques
Muitas vezes, uma bolacha ou um chocolate a meio da tarde (ou da manhã) é pura e simplesmente má gestão de stress. Os hábitos alimentares tendem a piorar quando não há tempo para pensar no que se come. Mas, no fundo, é tudo uma questão de organização.
Para facilitar a sua vida, consultámos duas nutricionistas — Lillian Barros e Mariana Abecasis — para perceber quais os passos a seguir para controlar a fome durante o dia e evitar o tão temido ato de petiscar entre as refeições. Dois pequenos-almoços, lavar os dentes a seguir à refeição e não ir às compras com fome são algumas das soluções.

1. De certeza que já ouviu este truque, mas vale sempre a pena recordar: nunca passe mais de três horas sem comer, de modo a controlar o apetite. “As pessoas costumam comer muito numa só refeição e acabam por saltar a seguinte. O importante é comer a mesma quantidade, ainda que ao longo do dia”, diz Lillian Barros.

2. Já que estamos numa de dividir (refeições) para conquistar (boa forma) , tome dois pequenos-almoços: um ao início da manhã e outro a meio da manhã.
D.R
3. Ao longo do dia, aposte em alimentos ricos em fibras e em água, como frutas ou vegetais. A fibra impede que o açúcar seja absorvido de forma rápida e faz com que uma pessoa se sinta saciada durante mais tempo. Já a água dilui as calorias do alimento: quanto mais água um alimento tiver, menor é a quantidade de calorias. É matemática pura;

4. A fome consegue ser emocional e, na maior parte das vezes, está associada ao stress do dia-a-dia, o que faz com que entremos mais rapidamente em hipoglicemia. Como não é possível quebrar a rotina casa-trabalho-casa — a não ser que se queira inspirar no filme Into the Wild —, Lillian Barros aconselha uma alimentação rica em antioxidantes (com radicais livres na sua composição). Em causa estão alimentos anti-stress, ricos em aminoácidos, boas ferramentas para combater a ansiedade. São exemplos a banana, o ovo, o iogurte, a aveia e o chocolate preto;

5. Se comer na rua for mesmo inevitável, opte por saladas, sopas ou hambúrgueres grelhados (sem quaisquer batatas fritas, pão ou refrigerantes a acompanhar) — uma escolha fácil se for a um shopping. Caso se desloque a um restaurante, o ideal é optar por um prato em que a carne ou o peixe seja o ingrediente principal. Nada de pratos combinados;

6. Evite comer rapidamente, esteja consciente do ato de mastigar e não coma à frente da televisão;

7. Muitas vezes não é fome que sente, mas sim desidratação. Chás, infusões e tisanas podem dar uma sensação de conforto e permitem que fiquemos entretidos ao longo do dia. Mariana Abecasis acrescenta outra solução: ir bebendo algo com sabor e sem açúcar, como chá ou limonada, “para acalmar o vício de ir pondo coisas à boca”;

8. Lave os dentes a seguir à refeição ou coma uma pastilha elástica com sabor a mentol, lembra Abecasis, para deixar a boca fresca e limpar o palato e evitar a sensação de fome;

9. Chegou ao final do dia, está com fome mas ainda é cedo para jantar? Coma um prato de sopa ou um ovo cozido. É tudo uma questão de psicologia: a nossa cabeça associa este tipo de comida a uma refeição principal. O inverso acontece quando, à hora do almoço, comemos uma merenda em vez de ingerirmos uma refeição completa: durante o dia vamos comer mais para compensarmos o facto de, supostamente, não termos almoçado;

10. Não vá ao supermercado com fome, caso contrário corre o risco de comprar mais comida do que a necessária. A tradicional lista de compras é fundamental, porque ajuda-nos a abstrair do marketing fulminante com que nos deparamos nas prateleiras e nos corredores do supermercado.

11. “Organização, organização, organização”, diz Lillian Barros, que argumenta que é muito mais fácil comer bem quando as diferentes refeições estão planeadas.

12. E, sim, faça exercício físico com regularidade. A libertação de endorfinas vai contribuir para a sua sensação de bem-estar.

domingo, 4 de janeiro de 2015

10 ALIMENTOS QUE AUMENTAM O SEU METABOLISMO


Uma dieta equilibrada e exercício regular ajudam-no a perder peso mas, de acordo com a nutricionista Lisa Lynn, especialista em perda de peso metabólico, "ter um metabolismo rápido é tudo."

O metabolismo, ou seja, o modo como o seu organismo transforma essas calorias em energia, tem um papel fundamental. "A velocidade com que as calorias são gastas é determinada geneticamente, mas é possível aumentá-la trocando a gordura por massa muscular. Quanto mais músculos, mais rápido e maior é o gasto calórico."

Se escolher os alimentos certos, estudos mostram que poderá eliminar até 300 calorias extra por dia.

Tome nota de 10 alimentos que deve incluir na sua dieta para aumentar o metabolismo:



Salmão: Pesquisas sugerem que o ómega 3 ajuda a aumentar os músculos e, quanto mais músculos tem, mais calorias queima. Este componente pode também ajudar a reduzir a gordura acumulada e a diminuir os níveis de colesterol. O ideal é que sejam consumidas duas porções de salmão por semana.

Iogurte:Alimentos ricos em cálcio podem ajudar na perda de peso. De acordo com vários estudos, o consumo deste mineral em quantidades reduzidas, pode aumentar a capacidade do seu corpo em acumular gorduras. O iogurte contém mais de 50% de cálcio (por porção) do que o leite, sendo uma fonte de probióticos (atuam no controle da gordura abdominal). O ideal é consumir pelo menos duas porções diariamente.

Abacate: A gordura presente no abacate é denominada de gordura boa que, além de antioxidantes, ajuda a baixar as gorduras más que se depositam no interior das veias. O consumo de meia unidade, ajuda a queimar calorias. Aconselha-se só o consumo de gorduras saudáveis (peixes gordos, abacate, azeite, frutos oleaginosos e sementes), mas de forma moderada.

Feijão: Rico em hidratos de carbono de absorção lenta e fibra, o feijão força o corpo a utilizar energias extras para fazer a digestão. O feijão possui hidratos de carbono que são de baixo índice glicêmico (mantém estáveis os níveis de insulina, evitando o sobe-e-desce da glicose no sangue e reduzindo a fome por mais tempo). Grãos integrais, legumes, frutas e verduras, todos ricos em fibras e pobres em gorduras, levam mais tempo para ser digeridos e, por isso, aceleram o metabolismo. O ideal é consumir uma porção (30g) cerca de 2-3 vezes por semana.

Pimenta: A pimenta realmente gasta mais calorias, já que o composto químico capsaicina, encontrado nas pimentas, pode estimular o corpo a eliminar entre 50 e 100 calorias extras por dia. Vários estudos demonstram que apimenta vermelha diminui o excesso de açúcar no sangue e ajuda a queimar gordura. Isso torna o nosso metabolismo mais rápido.

Chá verde: A junção de cafeína e um oxidante chamado catequinas é capaz de estimular o sistema nervoso e aumentar a queima de gordura. Estudos sugerem que beber chá verde pode ajudar a perder peso. A sugestão é consumir vários copos por dia. No entanto, tenha em atenção a reação do seu corpo à cafeína.

Café: é um grande estimulante que acelera o metabolismo. A cafeína contida numa chávena de café pode acelerar o metabolismo até 15%, além de ajudar a mobilizar forças que promovem queima de gordura. O ideal é beber entre 1-2 chávenas diariamente (sem leite nem acúcar), especialmente antes de fazer exercício físico.

Folhas verdes: ao ingerir legumes ou saladas, opte por couve, alface, brócolo ou espinafre. Isso porque, estas folhas ajudam a queimar mais calorias.

Maçã verde: segundo várias pesquisas manter uma dieta alimentar equilibrada é a chave para acelerar a queima de calorias. Então, o indicado é ingerir uma maçã verde às 15h todos os dias, que é quando o metabolismo começa a desacelerar.

Toranja: Este fruto ajuda a limpar o fígado, acelera o metabolismo e é um bom lanche para acalmar a fome entre as refeições.


O nosso metabolismo é fortemente influenciado pela genética, mas uma dieta alimentar equilibrada e bem distribuída ao longo do dia, com refeições variadas de 3 em 3h, com o consumo diário de pelo menos 2-3 destes grupos de alimentos, ingestão de 1,5-2l de água por dia e atividade física, aceleram o nosso metabolismo. Ou seja, queimam mais calorias e por conseguinte, ajudam a perder/manter peso ou até a atingir uma melhor performance física.

Sandra Correia
Nutricionista Holmes Place Boavista
http://dietadasprincesas.clix.pt/2014/12/10-alimentos-que-aumentam-o-seu.html

terça-feira, 23 de setembro de 2014

SEIS ESTRATÉGIAS PARA LIDAR COM IMPULSOS/COMPULSÃO ALIMENTARES



1. A maioria das vezes o processo de alimentação emocional é feito de forma inconsciente, daí que o primeiro passo passe por perceber o que realmente se passa através de uma 
auto-análise. Por exemplo: de quantas em quantas horas come, perante uma situação de contrariedade ou cansaço que sinais físicos deteta, em que momentos do dia sente mais vontade (impulso) para comer, o que estava a fazer e com quem estava aquando dos seus momentos de refeição.

2. Um método simples e prático para detetar a fome emocional prende-se com a utilização de uma 
Escala de Fome (0 a 10, de “sem nada no estômago” a “demasiado cheio como um balão”). Sempre que pensar em comer, situe o seu grau de fome real na escala, para que depois possa fazer uma escolha mais consciente do que vai comer, da quantidade que vai ingerir, dos sinais que o seu corpo está a emitir e das emoções que estão presentes.

3.
STOP -  Utilize exercícios de mindfulness para gerir os impulsos, como o que se descreve em seguida. O ponto-chave é substituir o desejo amedrontado que o impulso desapareça por um interesse na experiência subjetiva. Quando faz isso deteta as mudanças associadas ao surgimento do impulso, desde a força com que crescem no início até ao seu rebentamento e dissipação. Desta forma torna-se mais gerível.

Preparação: lembre-se que os impulsos são como ondas do mar que chegam altas e diminuem depois, são pequenas quando começam crescem em tamanho e depois perdem força, quebram-se e dissipam-se.

 Mindfulness:
a) Observe a respiração, não a altere, deixe o ar circular por si mesmo;
b) Dê conta dos seus pensamentos;
c) Sem julgá-los, reforçá-los ou combatê-los foque novamente a sua atenção na respiração;
d) Observe a experiência de desejo incontrolável e como o seu corpo é afectado;
e) Foque uma área do corpo onde consegue sentir particularmente as sensações físicas associadas ao impulso ou força do seu desejo e perceba o que está a acontecer - note o tipo, posição, fronteiras e intensidade dessas sensações e perceba como as mudanças que ocorrem à medida que inspira e expira;
f) Repita o processo de focagem com cada parte do corpo envolvida;
g) Seja curioso com o que ocorre e note alterações ao longo do tempo.

4. 
Concentre-se nas refeições, evitando fazer outra atividade em simultâneo, de forma a não dispersar a sua atenção. Fomente o comer consciente (mindful eating). Estimule todos os sentidos (cheire, olhe, toque, saboreie) e mastigue devagar, sentado.

5. 
Delineie um esquema de refeições ao longo do dia para que não passe muito tempo sem comer nem salte refeições, evitando assim grandes oscilações dos níveis de açúcar no sangue.

6. 
Construa uma lista de atividades que lhe proporcionem prazer, que sejam incompatíveis com comer e que possam constituir uma estratégia alternativa para lidar com emoções menos positivas (por exemplo: passear o cão, tomar um banho relaxante, fazer uma caminhada ou corrida, ir ao cinema, dançar ao som de música, ligar para um amigo e combinar algo).


Filipa Jardim da Silva
Psicóloga Clínica Oficina de Psicologia

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Ative o seu metabolismo


A dieta e os cuidados que o vão ajudar a emagrecer

Quer perder peso e não consegue? Esta situação pode estar relacionada com o facto de as reações químicas, que permitem fornecer ao nosso organismo a energia necessária para funcionar, ocorrerem de forma mais lenta. A este processo chama-se metabolismo. 
Para tornar o seu metabolismo mais eficiente, sugerimos-lhe umadieta que o ajudará a funcionar melhor e a perder três quilos em 15 dias. Entretanto, encontre já de seguida estratégias alimentares e ao nível do exercício físico que também o vão ajudar. 
6 segredos para acelerar o seu metabolismo:
- Coma fibra (legumes, vegetais e fruta)
Ajuda o organismo a processar os alimentos. E, para além disso, sacia.
- Proteínas ao pequeno-almoço
Leite, iogurte ou queijo, de preferência produtos magros. A sua digestão é complexa requer um maior gasto calórico, o que ajuda a ativar o metabolismo desde o início do dia.

- Não abandone os hidratos de carbono
Desde que ingeridos numa quantidade adequada, dão saciedade e ajudam a metabolizar as gorduras. Prefira os que são elaborados por cereais pouco refinados.

- Faça uma alimentação equilibrada
As nossas necessidades diárias são 60% a 65% de hidratos de carbono, 20% a 25% de gorduras e 12% a 15% de proteínas (desde 0,8 g 1,2 g por kg de peso). Quanto ao número de calorias recomendadas, variam de pessoa para pessoa e em função do sexo, da atividade física, da idade e do próprio metabolismo de cada uma.

- Passeie depois de comer (uma hora após a refeição)
30 a 45 minutos podem ser suficientes para fazer com que o corpo queime as calorias ingeridas (dependendo do valor calórico ingerido).

- Faça musculação
Ou outro tipo de exercício físico que ajude a aumentar a massa muscular. É importante para ativar o metabolismo.
Vitaminas para o seu metabolismo

B1 (tiamina):
 Verduras, frutas, laticínios, legumes, ovos e cereais integrais.

B3 (niacina): 
Carne (fígado e rins), laticínios, legumes, ovos e cereais integrais.

B6 (piridoxina): 
Hortaliças e verduras de folha verde, peixe (sardinhas, atum e anchovas), carne (fígado e rins), ovos, laticínios e cereais integrais.
B9 (ácido fólico): Verduras (couve, espinafres, alface e feijão verde), leguminosas (ervilhas, favas, grão e soja), fígado e cereais integrais.

B12 (cianocobalamina): 
Carne, ovos, laticínios, peixe e marisco (atum, sardinhas e amêijoas).
Fonte
http://saude.sapo.pt/peso-nutricao/dietas/artigos-gerais/active-o-seu-metabolismo.html

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

9 Expert Tips For More Mindful Eating

Unless you're a competitive eater, there's really no reason to scarf down your meals. After all, doing the opposite -- that is, slowing down -- is likely better for your waistline, according to a new review of studies.
The review, published in the American Journal of Clinical Nutrition, included 22 different studies that examined food consumption through computerized feedback, human instructions, food texture and utensils used in eating. The results showed that eating slower is linked with statistically significant weight loss.
But how do we slow down when we chow down? Nutrition experts shared their best tips.
1. Take A Seat
sit at table
Many people eat on the go, meaning they stand while they grab a meal. Whether it's at your desk, walking down the street or standing around your kitchen counter, "The Biggest Loser" nutritionist and HuffPost blogger Cheryl Forberg, R.D., says this is a clear sign that they’re rushing through a meal to get to something or somewhere else. To stop speed-eating, sit down at a table.
2. Unitask
Many of us veg out in front of the TV, mindlessly shoveling food into our mouths. But as we already know, we're no good at multitasking, so stop reading the paper or watching reruns while you eat. Focusing on what you're putting into your mouth can help you slow down and really pay attention to the task at hand. “Enjoy it, savor it and your mindfulness will replace inhaling your meal with a relaxed pace, more enjoyment and better digestion,” Forberg tells HuffPost.
3. Switch Things Up
Having trouble channeling mindful eating? Maybe it's time to get a little weird. Nutritionist Rochelle Sirota, R.D., C.D.N., recommends adopting some different techniques to help distracted diners slow down and focus. She suggests eating with the nondominant hand, using chopsticks or even setting down the utensil between bites. Eating in an unusual way can help bring back the focus and break quick-eating habits.
4. Socialize
dinner
If you're looking for an excuse to host dinner parties on the regular, here's your chance. According to Joy Bauer, M.S., R.D., C.D.N., nutritionist and founder ofNourish Snacks, eating with others can help fast eaters slow their pace by engaging in conversation. “The more you chat, the slower you eat,” she tells HuffPost.
5. Chew More
Chewing more can both bring the focus back to speed and help taper eating pace, simply because it takes longer to swallow each bite. That’s why nutritionist Julie Upton, M.S., R.D., CSSD and blogger for The Huffington Post, recommends trying to chew for 15 to 20 seconds before swallowing. Leaning toward foods that actually require more chewing -- like veggies, fresh fruits and lean proteins, rather than softer casseroles, mashed potatoes, applesauce or ice cream -- can also help speed eaters slow down.
6. Avoid Extreme Hunger
Any time we get too hungry, we tend to scarf down our meals without a second thought. But how can we tell the difference between hungry and too hungry? Upton advises paying attention to your body. If you feel hungry, start planning what to eat, but if your stomach is growling and you have hunger pains, you've let your hunger go too far. Train yourself to start keeping track and listening to what your body's saying.
7. Eat Shelled Snacks
pistachios
Shelled snacks -- like peanuts, pistachios and soybeans -- slow down eating because it takes time to remove the actual nut or bean from its encasing. They also may provide visual cues that let munchers know when to stop snacking. One study conducted by researchers at Eastern Illinois University found that participants consumed fewer calories from pistachios when they ate shelled ones versus unshelled. That means that shelled snacks kill two birds with one stone, helping eaters consume less and know when to stop.
8. Water Is Your BFF
Water can help you slow your munching in more than one way. Bauer suggests setting down your fork and taking small sips between each bite to stayed focused and regulate speed. Forberg recommends gulping down a glass before you even begin. “This really does help you fill up a bit,” she says. “When we don't feel as starved at mealtime, we eat more slowly.”
9. Time Yourself
Since time is the problem, why not tackle it directly? Bauer recommends setting a timer to help slow down your eating speed. Ideally, it should take at least 20 minutes to finish a meal, and using a kitchen timer can help retrain rushers until they've slowed down.

domingo, 10 de agosto de 2014

10 mitos sobre alimentação saudável

Legumes e frutos congelados têm menos nutrientes que os frescos. Os vegetais são congelados rapidamente, poucas horas depois de serem colhidos, retendo a maioria dos nutrientes. Produtos frescos são preferíveis, mas não há nada de errado em manter congelados em stock, para uma emergência ou caso não seja a época do vegetal.
Precisamos de sumos, dietas, etc. “detox”. O corpo faz o “detox”, ou processo de desintoxicação, sozinho.
É obrigatório contar calorias para perder peso. Já abordei este assunto várias vezes aqui no blog: os nutrientes são muito mais importantes do que as calorias que eles contêm. Baseiem o “controlo” da vossa dieta no seu conteúdo nutricional, e não calorífico. Uma dieta de 1300kcal diárias não vale de nada, se forem 1300kcal de gordura trans e açúcar simples.
Umas dietas são melhores que as outras. Cá por Portugal diz-se que a dieta mediterrânea deixa as restantes a um canto, mas a verdade é que a melhor dieta para cada pessoa muda conforme as necessidades. A mediterrânea, por exemplo, é rica em gorduras (maioritariamente das boas, mas ainda assim gorduras), o que pode não ser ideal para todos.
Consumir gorduras engorda. O ponto anterior vem mesmo a jeito: há gorduras e gorduras, e embora convenha controlar as saturadas e evitar completamente as trans, as monossaturadas e ácidos gordos (salmão, nozes, abacate) são bem vindas.
Uma dieta de sumo estimula o metabolismo. Sumos são ótimas formas de obter vitaminas e minerais, mas a maioria é deficiente em proteína, e esta é essencial para estabilizar os níveis de açúcar e estimular o metabolismo. Se escolherem fazer de um sumo uma refeição, façam-no no máximo uma vez por dia, e adicionem alguma proteína em pó ou iogurte grego, para terem um pouco de proteína na vossa refeição.
Os ovos fazem mal. Ovos são ricos em proteína e (boa) gordura, uma combinação que promove a saciedade. Têm também colesterol, sim, mas desde que não abusem na dose, não há qualquer problema!
Comer depois das 18h engorda. O mais importante no que toca a engordar é o que come, não a que horas. Por isso, nada de satisfazer todos os desejos suprimidos do dia num momento de fraqueza antes da cama. Refeições ricas em proteína, fibra e boa gordura ao longo do dia são a melhor estratégia para evitar a fome durante e no fim do dia.
É importante comer várias refeições leves. Comer 5 a 6 refeições leves ao longo do dia pode levar a refeições insatisfatórias e a ingestão de calorias desnecessárias.
Reduzir nos hidratos de carbono é boa ideia. O cérebro precisa de hidratos de carbono para funcionar. As melhores fontes são cereais integrais, vegetais e frutos, evitando os doces e bolachas.
Remato dizendo que cada pessoa é uma pessoa; a jeito de exemplo, eu sei que funciono melhor com refeições leves do que três principais e um snacks, até porque nunca tenho apetite para comer o que devo de uma só vez.
fonte: www.womenshealthmag.com
fonte: http://semprenamoda.com.pt/2014/07/10-mitos-sobre-alimentacao-saudavel/