Changing Plain Jane

Este blog é sobre beleza, vida saudável e lifestyle. Tenho um interesse especial em beleza sem químicos nocivos.

This blog is about beauty, healthy life and lifestyles. I have a special interest in Green Beauty.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Marilyn Monroe: a maior deusa do século XX


Foi porventura a maior deusa da história do cinema, num olimpo que não tem tido falta delas. Na altura em que se cumprem 50 anos sobre a sua morte, recordamos os filmes e a vida de Marilyn Monroe.

 
Em toda a história do cinema, não haverá atriz que tenha personificado um mito tão duradouro de sensualidade, «glamour», alegria e tragédia como Marilyn Monroe, que, 50 anos após a morte prematura, continua a ser o maior «sex-symbol» não só da história do cinema como também do próprio século XX. Hoje em dia, tudo nela é mito: desde os filmes que fez ao misto de inocência e sexualidade que personificou, passando pelas várias tragédias da vida real, como a infância traumática, os casamentos falhados, a insegurança e depressão crónicas, e, principalmente, a morte não esclarecida aos 36 anos. Se estivesse viva, Marilyn teria hoje 86 anos: o seu falecimento prematuro foi uma tragédia mas fez dela uma lenda, já que despareceu no auge da beleza e ninguém a viu envelhecer.
A história de Marilyn é sobejamente conhecida: nascida Norma Jeane Mortenson em 1926, passou a infância em orfanatos e casas de acolhimento até casar aos 16 anos com um oficial da polícia, de quem se divorciaria quatro anos depois. A ascensão ao estrelato foi longa e fez o percurso habitual de modelo fotográfico, mudança de imagem (na origem, Marilyn era morena: o louro platinado veio depois...) e papéis de figuração sem quaisquer deixas em filmes menores.
Foi em «Ladies of the Chorus», em 1948, que teve o primeiro pequeno papel de algum relevo, a que se seguiram outros sem particular significado, até dois papéis secundários em 1950 que a colocaram de forma mais forte no radar: «Quando a Cidade Dorme», de John Huston, e «Eva», de Joseph L. Mankiewicz, que ganharia o Óscar de Melhor Filme.
Os papéis secundários presseguriam com aumento progressivo de relevância, até ao primeiro papel protagonista, em 1952, no «thriller» «Os Meus Lábios Queimam». A explosão, porém, só se deu em 1953, inicialmente com«Niagara», em que Marilyn fez disparar o seu «sex-appeal» com um cartaz em que as águas contornavam as curvas do seu corpo, e depois com «Os Homens Preferem as Louras», de Howard Hawks, um imenso sucesso que lhe estabeleceu a imagem de bomba sexual ingénua, e que deixou para a posteridade o número «Diamonds are a Girl's Best Friend». Ainda no mesmo, o número 1 da «Playboy» publicou uma mítica foto nua da atriz, tirada em 1949.
A partir daí, o mito não parou de crescer, mas apesar da sucessão de comédias, Marilyn tentou sempre furar a imagem de loura burra que se lhe colara à pele. O drama «Rio sem Regresso», de Otto Preminger, logo em 1954, foi uma tentativa bem sucedida nesse sentido, embora a força dos filmes que mais lhe alimentaram a lenda fosse superior a tudo: as geniais comédias de Billy Wilder «O Pecado Mora ao Lado» (1955), em que nem nome precisava de ter, e «Quanto Mais Quente Melhor» (1959).
O estudo de artes dramáticas, que Monroe já tinha tido em diversas circunstâncias, acentuou-se a meados dos anos 50, quando a atriz estudou no prestigiado Actor's Studio tendo até ao fim Paula Starsberg como tutora pessoal e confidente. Os primeiros resultados fizeram-se logo notar no drama «Paragem de Autocarro», deJoshua Logan, em 1956, e, além das comédias que fez a seguir, teve os seus frutos mais extraordinários no filme crespucular que é «Os Inadaptados» (1961), de John Huston, o último que completou antes de falecer.
Entretanto, Monroe nunca saiu das capas dos jornais, não só pelos filmes mas também pelos seus casamentos (e divórcios) muito mediatizados com John DiMaggio, a mais célebre estrela do basebol da época, e Arthur Miller, o mais importante dramaturgo norte-americanos da altura. Isto para já não falar dos romances com os irmãos John e Robert F.Kennedy, os atrasos cada vez mais frequentes durante as rodagens e, claro, a morte súbita, de aparente ingestão de barbitúricos, mas cuja verdadeira causa nunca foi cabalmente esclarecida, com a hipótese de assassínio a não ser colocada de parte.
De lá a cá, ao contrário de outras celebridades da época, o mito de Marilyn não parou de aumentar, estando presente nas mais diversas áreas da cultura popular, desde a presença de Madonna aos quadros de Andy Warhol, passando pela canção «Candle in the Wind», de Elton John, ou vindo até à atualidade, com a série televisiva «Smash», produzida por Steven Spielberg, a girar em redor da montagem de um espetáculo sobre a vida da atriz.
As fundações do mito já deram livros, filmes, poemas e até óperas, e 50 anos após a morte, Marilyn Monroe continua a ser uma das presenças mais magnéticas da história das imagens do século XX. Se também o teria sido caso tivesse falecido de morte natural várias décadas depois, é algo em que poucos acreditam. Mas no cinema, o mito conta mais que a vida real, e por isso, entre a realidade e a ficção, a vida de Marilyn continua a ser das mais fascinantes e enigmáticas do último século.
Luís Salvado - 03-08-2012 11:00

domingo, 5 de agosto de 2012

Faz hoje 50 anos que Marilyn Monroe foi encontrada morta (05/08/1962)



when i feel sad


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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

8 formas para ultrapassar o seu passado e seguir em frente com a sua vida


Apesar do fato de todos nós sabermos que a vida nunca nos deu uma garantia de que seríamos tratados de forma justa e que as coisas ruins não acontecem para nós, por vezes somos tomados de surpresa quando levamos um golpe que achamos não merecer. Ficamos presos no passado e paralisamos a nossa vida. Por mais que se tente seguir em frente depois de um revés, muitas vezes os golpes sofridos no passado tornam-se numa tormenta ao bem-estar no presente. Dar um impulso na vida, sair dos acontecimentos de arrependimento e dos “deverias” pode assemelhar-se ao que os navegadores portugueses tinham de enfrentar quando atravessavam o cabo das tormentas. Talvez o mais trágico, no entanto, sejam os sentimentos negativos que as decepções de ontem, as perdas e fracassos foram criando, edificando uma base de mágoa e infortúnio para o resto da vida, levando a que a pessoa perca a esperança e firme a ideia de que é tarde de mais para mudar a sua vida para melhor.
“A minha mãe sempre disse que você tem que colocar o passado para trás antes que possa seguir em frente.” – Forrest Gump
Forrest Gump, no filme  parecia ter aprendido uma lição que muitas pessoas mais inteligentes e esclarecidas não assimilaram. Certamente muitas são as coisas que nos podem acontecer e que nos obrigam a termos que superá-las.  Há situações óbvias que nos acontecem na vida que podemos considerar traumas devastadores, como acidentes incapacitantes, doenças graves, perda pessoal, conflitos familiares, demissões de emprego, fracasso e rompimentos de relacionamento dolorosos, para citar alguns.
seguir em frente

PERCEBA, ACEITE E SUPERE O SEU PASSADO

No entanto, muitos distúrbios ao nosso equilíbrio emocional não são visíveis a olho nu. Mágoas e cicatrizes invisíveis oriundas de decepções acerca de nós mesmos e dos outros podem levar a questionarmos as escolhas passadas, fazendo questões como: “porquê”, “Porque não”, “Porque é que eu não”, e “Se pelo menos.” Apesar do fato de percebermos que nada pode mudar o passado (os acontecimentos vividos), parece às vezes quase impossível “ultrapassar” esses sentimentos dolorosos de oportunidades perdidas, chances falhadas, escolhas ruins, amizades e relacionamentos quebrados e irrecuperáveis​​. O profundo sentimento de perda e desilusões, promovem a dúvida acerca de se conseguimos realmente superar isso. Eu acredito que sim. Muitas pessoas têm conseguido ultrapassar as angústias do passado.
No entanto, apesar de não ser possível mudar e/ou apagar os acontecimentos dolorosos vividos no passado, é possível reinterpretar a dor e a perda de forma a libertarmo-nos da mágoa paralisante. Aprofundei este assunto no artigo: Como dar um novo significado aos acontecimentos passados. Apesar de não podermos alterar o que aconteceu, como expliquei, é possível reinterpretar esses acontecimentos de forma a que possamos aceitá-los, percebê-los e superá-los. Ao entrar neste processo de superação de situações consideradas traumáticas ou angustiantes, deixa de ser refém do seu passado menos bem conseguido.
A seguir apresento oito passos que podem promover a superação dos acontecimentos passados:

1. Perceba que existem algumas coisas que você realmente nunca conseguirá “passar por cima”, mas certamente pode conseguir superar.

Há alguns acontecimentos que alteram tanto a nossa vida, que realmente nunca poderemos apagá-los da nossa memória ou fazermos de conta que não existiram.  A perda significativa ou o coração partido por acontecimentos, como a morte de uma criança, um trauma grave, uma doença fatal, acidentes que mudam radicalmente a vida em que você ou um ente querido fica permanentemente inválido ou desfigurado, são apenas alguns exemplos. Quanto mais trágico for o prejuízo ou perda, mais somos desafiados a erguer-nos acima dos acontecimentos. Quanto mais somos pressionados ao crescimento pós-traumático, mais precisamos procurar apoio e ajuda para continuar. Aqueles que estão decididos  a aceitar o sucedido e a abrir os seus corações para tentar novamente, voltar a amar, a confiar de novo, irão superar o trauma muito melhor do que aqueles que caem numa espiral de negatividade, isolamento e amargura. Podemos não ter a capacidade de mudar os acontecimentos do passado, mas podemos escolher como vamos lidar com isso, para que possamos, pelo menos, levar a vida de uma forma que ainda ofereça esperança e alegria (ainda que possa ser muito diferente daquilo que era).

2. As coisas que você não tem conseguido “superar” são avisos, precisam da sua atenção redobrada.

Imagine a luz de aviso de combustível no seu carro. O sinal de aviso que você está ficando com pouco combustível, é um sinal protetor, é um sinal que chama a sua atenção no sentido de lembrá-lo para atestar o depósito, evitando que possa vir a passar por um incómodo. Da mesma forma, algumas das coisas nas nossas vidas que não conseguimos “superar” transmitem-nos uma mensagem de que existem assuntos que necessitam da nossa atenção, no sentido de termos de fazer algo, aprender algo, ou lidar com algo. No fundo, os sentimentos negativos oriundos dos acontecimentos passados, fazem-nos sentir sensações desagradáveis para que possamos perceber que temos de fazer alguma coisa para voltarmos a ficar bem e a sentirmo-nos bem. Para aprofundar o assunto, leia: 7 Passos para entender os seus pensamentos e sentimentos negativos.

3. Mais de oitenta por cento da nossa vida não é determinada por eventos, mas pela nossa reação a eles.

Em vez de concentrar-se no que não pode ser alterado, concentre-se no que pode ser alterado. Na maioria dos casos, os acontecimentos ou as outras pessoas não nos levam a sentir de uma certa maneira. Nós é que fazemos isso. Nós é que decidimos manter-nos num sentimento incapacitante. Claro, que dado a natureza de alguns acontecimentos de vida, temos toda a legitimidade para nos sentirmos mal. No entanto, esses sentimentos negativos não invalidam que possamos fazer algo para superar os acontecimentos e promover melhores sentimentos.  Assumir a responsabilidade pelos seus próprios pensamentos e sentimentos, sair de uma mentalidade de vítima, irá capacitá-lo para ultrapassar os arrependimentos passados​​, derrotas, decepções, desgostos e traumas, em vez de usar isso como uma carga insuportável de transportar.

4. Dedique-se mais aos fatos, do que às interpretações

Muitas vezes não podemos “superar” algo por causa de histórias que contamos a nós mesmos, que não são baseadas em fatos. Mas sim na interpretação que fazemos do que nos aconteceu. E, em alguns acontecimentos podemos distorcer a magnitude e impacto real do sucedido. Por exemplo, algumas pessoas que perdem um emprego ficam desapontadas, mas ainda têm a confiança para seguir em frente sabendo que pode haver melhores oportunidades. Em contrapartida, outros não seriam capazes de “superar” o trauma da rejeição e rotular-se-iam como perdedores e fracassados. As pessoas quando atravessam uma crise, muitas vezes criam histórias sobre si próprios personalizando a crueldade da vida como algo que reflecte a sua autoestima, resultante de antigos hábitos enraizados de pensamentos de julgamento depreciativo. O diálogo interno autocrítico de cariz negativo torna-se tão sedimentado, que muitas vezes não percebemos que temos o poder de mudá-lo. Para aprofundar o assunto, leia: Mude a sua história, se está insatisfeito, faça algo de diferente.
largar passado

5. Dê a si mesmo permissão para sofrer o que “poderia ter sido” ou “o que poderia ter obtido”

Em alguns casos, não se pode esperar  ”superar” algo de forma rápida se não se passar pelo processo de luto. O luto, não é um processo com o qual apenas lidamos quando enfrentamos a morte ou a perda de um ente querido. Existem perdas menos visíveis e concretas, tais como a percepção de que você não pode ter a vida que pensou que seria possível, que o seu entusiasmo relativamente a um determinado objetivo de vida não o conduziu a bom porto, dando lugar à decepção.  Na grande maioria das situações, do mais terrível sofrimento a uma perda comum, o processo de luto é essencial para o processo de cicatrização. Às vezes precisamos passar por fases de raiva e amargura, a fim de sermos capazes de passar à fase de aceitação. Para aprofundar o assunto, leia: Como lidar com a decepção?

6. Procure apoio

Não vivemos isolados dos outros. O contato, o afeto e a troca de experiências permite-nos crescer e desenvolvermo-nos. As pessoas crescem melhor promovendo bons relacionamentos e procurando apoio. Perante o sofrimento, se nos afastarmos dos outros por nos sentirmos diferentes ou para nos protegermos, o que daí pode imergir é mais sofrimento e reviver o trauma ou a situação angustiante uma e outra vez na nossa mente. É mais saudável e promotor da recuperação procurar apoio para aliviar o seu sentimento de perda. Relacionamentos saudáveis ​​e de apoio podem ajudar a curar feridas. Mesmo que os outros não possam resolver o seu trauma ou problema, eles podem ajudá-lo a chorar a perda ou a decepção e reconfortá-lo.

7. Saiba que não existe “voltar ao passado”, mas há “segundas chances”

Lembre-se que na grande maioria das situações não é tarde demais para “começar de novo. Se você entendeu o que anteriormente descrevi, que você não pode “passar por cima”, e começar a partir de hoje a tomar decisões saudáveis com base no que você aprendeu neste artigo, vai realmente conseguir novas soluções para velhas questões. Mudar alguns comportamentos para passar a lidar com as coisas infelizes ou evitar que ocorram novamente irá capacitá-lo. Ser proativo ao invés de reativo, e fazer alterações com base nas suas lições de vida, pode curar mágoas do passado. Para aprofundar o assunto, leia: 4 Obstáculos à mudança de vida positiva.

8. Aceite os acontecimentos e tenha compaixão por si mesmo

Perante acontecimentos que nos deixam presos ao passado, a capacidade de aceitá-los e de termos compaixão por nós mesmos são dois passos extremamente decisivos para ultrapassar o sofrimento. Não estou a falar da aceitação passiva, da aceitação displicente, em que tudo acontece e nada se faz. Não é isso. Refiro-me à aceitação da realidade tal qual ela aconteceu, em que não há retorno possível, em que não é possível apagar o que sucedeu. Perante este tipo de cenário, aceitar é o melhor remédio. Permite-nos encarar a realidade de frente, sermos compassivos connosco mesmos e a partir daí cultivar a esperança num futuro melhor. Ficar contra tudo, contra todos e até contra você mesmo, certamente não irá beneficiá-lo em nada. Cria rancor, ressentimento, indignação, desesperança, ódio, entre outros sentimentos negativos. Num estado de negatividade, mesmo aquilo que ainda temos de bom na vida fica afetado, deixamos de olhar para o que ainda faz sentido na vida. Aceite, tenha compaixão e siga em frente.

Fonte: http://www.escolapsicologia.com/formas-para-ultrapassar-o-seu-passado-e-seguir-em-frente-com-a-sua-vida/

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Mini vacation


Vou de fim de semana prolongado e nada como esta imagem para ilustrar o que sinto por este dias de relax. Imagino-me neste local maravilhoso. Alguém sabe onde fica? ;)

Fonte: http://shellsonthebeach.tumblr.com/

terça-feira, 31 de julho de 2012

Louise Roe shows some simple steps to gaining inner confidence

"Plain Jane" no more

Olá pessoal! Decidi criar este blog para me ajudar no processo de melhorar a minha pessoa por fora e por dentro. Adorei ver os programas de Plain Jane com a Louise Roe e identifiquei-me com umas das raparigas, tínhamos os mesmos medos. Não posso deixar a vida continuar a seguir este curso, tenho de por a mexer e fazer tudo em meu poder, para dar a volta e ser a mulher magnífica que sou, mas tenho receio de a revelar. Tenho fibromialgia há mais de uma década e deixei que ela destruísse o que restava de bom em mim. Vivo num mundo cheio de problemas de saúde, de dores, cansaço cronico, alterações humores e muitas mais complicações, que não me emprisionaram. O medo tomou conta e eu deixei de viver, de sentir, de amar. Há 4 anos tive uma grande crise de dores, que me inflamou o nervo ciático, a zona lombar, a perna, tornozelo e por ai fora. Tive parar toda atividade desportiva e como é óbvio comecei a engordar. Juntou-se a depressão, mudanças de humores e todos os problemas vieram a flor da pele. Entrei num ciclo vicioso onde Comer é o meu escape, o meu vício e se não o satisfazer perco o controlo. Com o avançar do tempo a vida não se torna mais fácil, temos é de nos adaptar e saber lidar com as adversidades e com as dificuldades que ela traz. Tenho de mudar a minha maneira de ver a vida, de lidar com os problemas, com as adversidades, com as pessoas, para poder encontrar um equilíbrio para poder encontrar a felicidade e o amor. As medidas mais urgentes são controlar o aumento do peso e reduzi-lo em 20 quilos, mínimo aceitável para não ter mais problemas relacionados com saúde, pois as minhas análises ao sangue não estão grande coisa e controlar as minhas emoções quando pressionada, esfriando a cabeça e sendo assertiva com as pessoas. Tenho de dar importância ao que realmente é importante. Não podemos controlar tudo, há sempre algo que vai estragar o esquema, mas em vez de me desgastar em lamentações e nas acusações, vou-me esforçar em focar-me em resoluções. FORÇA! L