Changing Plain Jane

Este blog é sobre beleza, vida saudável e lifestyle. Tenho um interesse especial em beleza sem químicos nocivos.

This blog is about beauty, healthy life and lifestyles. I have a special interest in Green Beauty.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

SOFRIMENTO: SERÁ QUE VOCÊ SE TRANSFORMOU NUMA PESSOA SOFREDORA?

Por Miguel Lucas em Psicologia Comportamental


Ao longo da vida todos nós vamos acumulando histórias que preferíamos não nos recordar. São situações de vida que nos causaram mal estar, sofrimento, angústia, trauma, desilusão, sentimento de culpa, entre outros. Essas situação começam a acontecer em tenra idade, e dependendo da forma como olhamos para elas e como as interpretamos, podemos transformar-nos em pessoas sofredoras, ou não. Se você se vitimiza com frequência, se olha para si mesmo com autopiedade e o seu discurso é negativista, pessimista, crítico e altamente focado no que lhe acontece de errado, pode ter desenvolvido uma estrutura mental negativa que se suporta numa visão catastrófica da sua história e igualmente dos acontecimentos ao seu redor.
Eu nasci no gueto.
Eu olhei a morte de frente três vezes.
Passei anos vivendo com um distúrbio alimentar.
O meu pai deixou-me quando eu era apenas uma criança.
Eu tive que ser hospitalizado por duas vezes para fazer cirurgias.
Passei a maior parte da minha vida medicado, por doenças físicas e mentais.
Quando algumas pessoas têm histórias idênticas ao descrito acima, a interpretação catastrófica da sua vida (ainda que com toda a legitimidade) pode conduzi-las para a frase que comprova um padrão sofredor já instalado:
 Porque  é que as coisas ruins sempre acontecem comigo.

PADRÃO SOFREDOR DE PENSAMENTO

Neste padrão sofredor de pensamento a pessoa espera sempre o pior. A pessoa vai acionando padrões de medo que a levam a um estado quase permanente de preocupação e miséria, esperando a desgraça sempre ao virar da esquina. Mesmo quando as coisas começam a correr bem, a pessoa desconfia, torna-se sarcástica consigo e com os outros, acabando por profetizar a sua própria desgraça. Vai desenvolvendo um padrão de comportamento de autosabotagem, mesmo quando as situações têm tudo para dar certo. A pessoa liga-se ao seu sofrimento, alimenta o seu sofrimento e não consegue viver sem sofrer. A pessoa passa a sentir-se confortável nos braços do sofrimento. Na verdade, algumas pessoas ficam tão confortáveis que resistem (mesmo que inconscientemente) a qualquer tentativa de libertar-me do seu calvário.
Por vezes, numa perspetiva de fuga ilusória a pessoa atribui o seu sofrimento a tudo o que é externo a ela, ao universo, à familia, ao lugar onde nasceu, ao governo, aos professores, aos colegas.
Se você se queixa com frequência acerca da sua vida, das coisas que lhe foram acontecendo, se conta histórias catastróficas como se a sua vida não tivesse nada de bom e nada lhe seja facilitado, pondere perceber se você se tornou numa pessoa sofredora. Se sim, ainda está a tempo de reverter a situação. Não a situação de apagar os acontecimentos menos bons, mas sim deixar de pensar que é um mártir e de que a sua vida é miserável. Tudo na vida muda e você também pode mudar algumas formas de olhar para si mesmo e para a sua história de vida. Quanto mais cedo você perceber o seu padrão mental de pensamento acerca da sua história de vida,  mais cedo pode deixar ir toda a tristeza e, finalmente, descobrir que a vida tem o seu lado positivo.
Apresento nove conceitos que podem ajudá-lo a perceber o seu padrão mental de pensamento e consequentemente ficar esclarecido se você se transformou numa pessoa sofredora:

1. VOCÊ ESTÁ INCONSOLÁVEL

Quando algo de ruim lhe acontece, você recusa-se a ser consolado e apoiado. Nada nem ninguém consegue fazê-lo sentir-se melhor. Mesmo quando claramente se verifica que não existe nada nem nenhuma situação que permita que fique chateado, magoado ou em sofrimento, você fica com o humor em baixo. Você descarta toda e qualquer possibilidade de minimizar os problemas que possa estar a enfrentar.

2. VOCÊ ACREDITA QUE AS PESSOAS NÃO PODEM FAZER NADA PARA SE SENTIREM MELHOR

Você tonou a dor e a tristeza sua aliada na vida, porque você acha que não tem qualquer capacidade para gerir as suas emoções. Provavelmente você não resiste à frustração e fica devastado sempre que as coisas não acontecem como deseja, o que consequentemente o coloca num estado de humor diminuindo, emergindo algum tipo de sofrimento. Este padrão emocional toma o seu lugar sempre que você julga não conseguir fazer nada para conseguir sentir-se bem. E, rapidamente conclui que tem toda a legitimidade para sentir-se mal. O comportamento consequente são horas de choro, tristeza, angústia e justificações dramáticas do sucedido.

3. VOCÊ FOCA TODA A SUA ATENÇÃO NO QUE ESTÁ ERRADO NA SUA VIDA

Tente perceber se num dia normal você se foca nas coisas que aos seus olhos estão erradas, e nas pequenas coisas que lhe correm mal, concluindo que o dia foi um desastre. Provavelmente você desenvolveu uma capacidade extraordinária para reparar em todos os detalhes que possa associar a tristeza, angústia, mal estar, sofrimento, fracasso, ao ponto de ignorar por completo quase todos os acontecimento positivos.
sofrer

4. VOCÊ TEM UMA MENTALIDADE DE VÍTIMA

Você pode sentir que não tem as mesmas habilidades do outros, que não lhe surgem oportunidades e que os problemas vêm sempre ao seu encontro. Quando as coisas não acontecem da forma como deseja, você encontra sempre uma justificação para comprovar a “teoria” que por mais que se esforce o resultado é sempre negativo. Seja porque os outros estão em vantagem, ou ao invés, porque você não tem as capacidades, os meios ou a inteligência dos outros. Você culpa os outros e se isso não for suficiente para você se sentir mal, vira-se contra si mesmo. Você culpa a sua educação, a sua família, os seus amigos, a sua infância e tudo aquilo a que você se possa agarrar para comprovar o seu estado crónico de vítima.

5. VOCÊ CULPABILIZA-SE

Você culpabiliza-se por situações desastrosas que nunca poderiam ser . (1) ser culpa sua, ou, (2) não são tão desastrosas como você está fazendo parecer. Por vezes a sua vida está sem drama e sem catástrofe ou sofrimento e você procura a coisa mais pequena que seja negativa para arranjar motivos para continuar a ser uma pessoa sofredora.

6. EXISTE UM PADRÃO DE NEGATIVIDADE QUE ACONTECE NOS BONS MOMENTOS DA SUA VIDA

Por vezes algumas pessoas receiam ser bem sucedidas. No caso do sofrimento, existem pessoas que já têm o hábito de sofrer tão enraizado nos seus comportamentos e pensamentos que têm medo de perder aquilo a que mais se habituaram ao longo da vida (mesmo que o façam de uma forma subconsciente). O seu padrão de pensamento defende o apego ao sofrimento e inibe os bons resultados ou bem estar que possa ser possível.

7.  VOCÊ PERSONALIZA A GRANDE MAIORIA DAS COISAS OU SITUAÇÕES

Mesmo nas mais pequenas críticas construtivas ou chamadas de atenção, você torna tudo um caso pessoal. É como se sentisse que cada vez que alguém está em desacordo consigo ou não gosta de algo que você fez, você sente-se atacado ou perseguido. Ou nas situações em que não consegue atingir algo ou as coisas não vão no rumo que pretende, vira a culpa para você mesmo e para o seu passado e condições de vida pessoal.

8. VOCÊ ACHA IMPOSSÍVEL PERDOAR A SI MESMO

Na grande maioria das vezes que você se propõe a realizar algo e não é bem sucedido, você pune-se, e volta a culpa para si mesmo. Neste estado de revolta interna, mais uma vez assume a posição de vítima de si mesmo. Perante este cenário tudo se complica e o ciclo de negatividade vai crescendo e você vai-se tornando num sofredor profissional.

9. VOCÊ NÃO ENCONTRA NADA PELO QUAL SE POSSA SENTIR GRATO

A sua forma de olhar o mundo passou a ser tão sofredora que tanto as grandes coisas como as pequenas coisas boas que lhe vão acontecendo ou que você tem na sua vida passam-lhe despercebidas. Esta é uma questão de enorme impacto negativo, dado que o filtro da negatividade não deixa que você se sinta grato na sua vida. Esta visão nublada para o que é bom e positivo impede-o de sentir-se bem com as boas coisas que tem ou acontecem e que podiam trazer-lhe satisfação e alegria.

NOTA FINAL

O que apresentei não pretende ser uma forma de diagnóstico para o sofrimento. Pretende sim descrever alguns sinais, conceitos e formas de pensamento que caracterizam a implementação de um padrão sofredor de olhar o mundo e a si mesmo. Nem todos os itens referidos têm de estar presentes para que você se considere um sofredor crónico. Fica ao seu critério perceber se algumas das situações referidas podem ajudá-lo a ficar mais consciente da forma como olha o seu sofrimento e consequentemente tomar medidas para mudar as formas de interpretação da história dos acontecimentos da sua vida. 
Fonte: http://www.escolapsicologia.com/sofrimento-sera-que-voce-se-transformou-numa-pessoa-sofredora/

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Orgulho e Preconceito de Jane Austen faz 200 anos


Adoro a história, sou uma grande apaixonada por este livro, filme, serie...




Título: Orgulho e Preconceito
Autor: 
Jane Austen
Título original: Pride and Prejudice
Tradução: José da Natividade Gaspar
Páginas: 360
Encadernação: Capa dura
Subfamília: Romance
Público-alvo: Adultos
PVP: 8,99 €
Lançamento: Outubro de 2012

Sinopse:
Uma clássica história de amor e mal-entendidos que se desenrola em finais do século XVIII e retrata de forma acutilante o mundo da pequena burguesia inglesa desse tempo. Um mundo espartilhado por preconceitos de classe, interesses mesquinhos e vaidades sociais, mas que, no romance, acabam por ceder lugar a valores mais nobres: o amor.
As cinco irmãs Bennet, Elizabeth, Jane, Lydia, Mary e Kitty, foram criadas por uma mãe cujo único objetivo na vida é encontrar maridos que assegurem o futuro das filhas. Mas Elizabeth, inteligente e sagaz, está decidida a ter uma vida diferente da que lhe foi destinada. Quando Mr. Bingley, um jovem solteiro rico, se muda para uma mansão vizinha, as Bennet entram em alvoroço…

Orgulho e Preconceito, um dos grandes clássicos da literatura, foi publicado, a primeira vez, há exatamente 200 anos (a 28 de janeiro). Assinada por jane Austen, esta é uma das obras-primas da literatura incluídas na nova coleção, lançada pela Civilização Editora em outubro passado, de clássicos intemporais – com capas modernas e atrativas e a um preço muito apelativo – que enriquecerão a biblioteca de qualquer pessoa.


Sobre Jane Austen:

 Nascida em 1775, Jane Austen era a penúltima filha dos oito filhos do Rev.º George Austen, reitor de Steventon, Hampshire, onde a romancista viveu até a família se mudar para Bath em 1801, e para Southampton em 1805. Em 1808, depois da morte do pai, Jane Austen fixou-se perto de Alton, mudando-se, depois, em 1817, para Winchester, onde morreu de anemia nesse mesmo ano.
Começou a compor histórias e vários trechos quando menina. Estas obras juvenis seriam suspeitas se os manuscritos não existissem, pois mostram um dom satírico que é raro mesmo na maturidade intelectual. No entanto, o seu sucesso enquanto escritora foi conseguido sobretudo entre 1811 e 1816, com a publicação de Sensibilidade e Bom Senso, Orgulho e Preconceito, Mansfield Park e Emma. Teve ainda outros dois romances póstumos, Northanger Abbey e Persuasão, e deixou um último inacabado, Sanditon.

Fonte: http://marcadordelivros.blogspot.pt/2013/01/orgulho-e-preconceito-de-jane-austen.html

sábado, 26 de janeiro de 2013

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Vale de Champo Elvive



Podem pedir o vosso vale Elvive no site aqui e imprimir o vosso vale que cobre na totalidade o preço do mesmo!
Entram no site preenchem o formulário e depois imprimem o vale!






ATENÇÃO apenas é possível imprimir 1 vale por computador!
Já imprimi o meu.:)
xoxo

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

sábado, 19 de janeiro de 2013

Quiche de alho-francês


Tempo total: 30 minutos
Nível de dificuldade: fácil
Ingredientes:
Para a massa
  • 300 g de farinha
  • 1 ovo
  • 200 g de margarina light
  • Sal q.b.
Para o recheio
  • 6 alhos-franceses médios
  • 4 ovos
  • 2 copos de leite evaporado
  • 50 g de margarina light
  • Sal e pimenta q.b.
http://fotos.sapo.pt/2rj7TysTuzpS9Zko5JuG/500x500
Preparação:
1. Para a massa, junte a farinha com a margarina, o ovo, um pouco de sal e reserve-a no frigorífico, tapada com película aderente para endurecer. Depois estique-a, coloque-a numa forma e pique-a.
2. Refogue a parte branca do alho-francês com a margarina. Tempere.
3. Ponha num recipiente os ovos, o leite evaporado, o leite magro, sal e pimenta. Bata bem e reserve.
4. Reparta o alho-francês pela massa e junte o recheio. Coloque no forno, a 180º C até estar cozida (25 minutos deve ser suficiente). Sirva frio ou quente.
Se preferirem, podem usar metade da farinha integral, e a restante branca. Embora não seja grande fã de quiche, sei que é um prato cuja popularidade é equiparada em conteúdo calórico… Assim sendo, deixo-vos aqui esta versão que, embora não seja algo a fazer mais do que duas vezes por semana, é um pouco mais saudável  

Fonte:
http://semprenamoda.com.pt/2013/01/aliando-a-cozinha-a-balanca-17/