Changing Plain Jane

Este blog é sobre beleza, vida saudável e lifestyle. Tenho um interesse especial em beleza sem químicos nocivos.

This blog is about beauty, healthy life and lifestyles. I have a special interest in Green Beauty.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

ANSIEDADE: EVITAR LIDAR COM OS PROBLEMAS PODE SER PREJUDICIAL

A ansiedade é uma constante na vida de todos nós. A favor ou contra nós, inevitavelmente ao longo da vida a ansiedade vai-se manifestando, vai-se fazendo sentir nas mais variadas situações e com os mais variados sintomas físicos e cognitivos. A ansiedade em si mesma não é prejudicial, pelo contrário, uma determinada intensidade de ansiedade pode ajudar-nos a elevar o nosso desempenho em algumas tarefas. A ansiedade pode alertar-nos, ativar-nos, mobilizar-nos a energia e atenção face a um objetivo exigente e significativo. A ansiedade mexe connosco, é como um gatilho que nos força a dirigir a nossa atenção para algo. É na interpretação dos seus sintomas e na análise daquilo que sentimos, que a ansiedade pode tornar-se prejudicial. Pode levar a que a pessoa se sinta aterrorizada e angustiada, conduzindo-a ao evitamento. Quando a pessoa começa a restringir a sua vida através do evitamento de determinadas situações, fugindo ao incómodo que julga poder vir a sentir, ela prejudica-se.
Quando a pessoa começa a implementar a estratégia de evitamento como uma solução para a diminuição da sua ansiedade, pouco a pouco, pode começar a abandonar algumas atividades que eram importantes e significativas na sua vida. E com isso, a pessoa começa a sentir a sua qualidade de vida afetada negativamente. Ainda que numa fase inicial a pessoa julgue estar a resolver o seu problema, com o passar do tempo, provavelmente, percebe que o seu problema relacionado com a ansiedade aumentou. Utilizar a evasão ou evitamento, ou seja evitar lidar com os problemas da vida no sentido de diminuir o incómodo da ansiedade, pode ser devastador e minar a autoconfiança da pessoa.
O primeiro passo para superar a estratégia de evitamento é, aprender a reconhecê-lo (no momento que você está fazendo isso). Em seguida apresento algumas estratégias de evitamento que você pode estar utilizando. Pondere sobre a possibilidade de extingui-las, caso sinta que o prejudicam:
1. Você evita tomar ações que desencadeiam memórias dolorosas do passado. Por exemplo, você evita estabelecer laços sentimentais com potenciais parceiros porque no passado teve más experiências e agora está renitente, pensando que não vale a pena voltar a sentir amor por alguém, porque pode voltar a magoar-se.
Neste exemplo, ainda que possa parecer uma estratégia de proteção, evitando magoar-se, ao mesmo tempo a pessoa está tomando a decisão de restringir a sua vida no campo emocional, abrindo mão de estar recetiva ao envolvimento sentimental. Ainda que isso possa ser uma decisão consciente, se é tomanda por condicionamento do passado e por reação, provavelmente irá gerardor emocional.
Evitar coisas que desencadeiam memórias desagradáveis é um dos tipos comuns de estratégias de evitamento, para lidar com ansiedade gerada pelo passado doloroso, mas que pode comprovar-se ser prejudicial.

2. Você tornou-se hipervigilante a falhas, erros ou possíveis ameaças ao seu ego. Por vezes, algumas pessoas mais ansiosas, que ficam menos confiantes e com autoestima diminuída, podem tender a evitar o erro ou falha. Adotam este comportamento como uma proteção ao seu ego, para evitar sentirem-se mal, evitam que possam vir a sentir-se diminuidas ou com um senso de incapacidade. Qualquer situação que possam perceber como ameaça, ou seja, como sendo suscetível de fazerem má figura, ou perderem o controle da situação, evitam expor-se.
Este tipo de comportamento de evasão pode conduzi-lo à paralisia da ação, inibindo a grande maioria das iniciativas. O medo do fracasso pode tornar-se num obstáculo ao desenvolvimento pessoal, profissional e emocional.
Para aprofundar o assunto leia: 8 Dicas para superar o medo do fracasso
3. Você evita situações de confronto e de afirmação das sua ideias. Por exemplo, você evita pedir coisas que quer para não ter que enfrentar um possível não ou recusa, por parte da outra pessoa. As pessoas que ficam muito preocupadas com o possível desagrado por parte dos outros, evitando expor as suas opiniões ou decidir em oposição às ideias dos outros, podem ter desenvolvido ansiedade à rejeição. Podem ter necessidade de aceitação constante para se sentirem valorizadas. Algumas pessoas que no passado tiveram comportamentos indevidos e incorretos que levaram á rejeição, podem ter desenvolvido uma necessidade extrema de aceitação, anulando-se. Esta anulação é uma forma de evitamento. Ou seja, é um evitamento de expressão de si mesmo, por medo de rejeição.
Muitas vezes, para evitar que as outras pessoas fiquem dececionadas ou indignadas, as ações de evitamento comprovam-se prejudiciais. A pessoa acaba fazendo coisas que são mais propensas a causar raiva, por exemplo, evitando dizer a alguém que não pode ir a um evento, e depois acaba chegando muito tarde.
4. Você tem tendência a parar de trabalhar num objetivo, quando um pensamento que provoca ansiedade vem à tona. Por exemplo, você tende a parar de seguir os seus objetivos ou tarefas difíceis, sempre que você começa a pensar “Isto é difícil” ou “Eu não tenho certeza se vou ser capaz de fazer isto.” A expetativa de ineficácia pode fazer disparar a ansiedade cognitiva. A ansiedade cognitiva tem a ver com os pensamentos negativos, de incapacidade, de dúvida, de incerteza, de falta de confiança, que são associados aos sintomas de ansiedade sentido no corpo e ao medo de falhar.Leve em consideração que este tipo de pensamentos são frequentes quando se trabalha com metas difíceis. E, que a ansiedade sentida pode ser benéfica se a utilizar a seu favor. Se a utilizar como uma ativação do seu organismo que lhe disponibiliza mais energia. Ao canalizar essa energia para ações que facilitem a obtenção do objetivo, pode aumentar a sua autoconfiança e perspetiva de autoeficácia.
5. Você evita sentir sensações estranhas. Você evita conversas potencialmente embaraçosas, não tanto porque você teme as consequências, mas porque você tem uma tendência a evitar qualquer sentimento de estranheza. Você pode evitar ser confrontado, dizer o seu nome, sentir-se olhado, sentir-se apreciado, ser o centro das atenções. Quando você começar a permitir-se experimentar constrangimento, algum tipo de embaraço ou exposição, provavelmente vai perceber que não é tão ruim assim e que consegue lidar positivamente com isso.
6. Você evita iniciar uma tarefa, quando não sabe como vai terminar ou se será bem sucedido. Não se preocupe com todos os passos, por vezes o importante é começar. No inicio dos processos, levantar questões viradas para o futuro podem fazer disparar a ansiedade de forma desmedida. Por exemplo: “Será que o meu esforço valerá a pena?” Esta é uma pergunta sem resposta, nada nem ninguém poderá saber no momento presente, algo que só poderá ser comprovado no futuro. Uma pergunta mais capacitadora  e menos geradora de ansiedade seria: “O que posso fazer para me certificar que aumento o máximo possível a probabilidade de vir a ter sucesso?” Perguntas em que a resposta dependa de você mesmo e possam ser respondidas no presente, podem provocar uma sensação de controle e com isso aumentar a motivação e confiança sobre aquilo que se propões a fazer.
7. Você evita determinadas sensações físicas. Isto é especialmente comum em pessoas propensas a ataques de pânico. Exemplos:
  • As pessoas muito ansiosas (e pessoas com transtorno do pânico), por vezes, evitam as sensações de esforço, por exemplo, evitar o aumento da frequência cardíaca durante o exercício físico.
  • Pessoas com problemas de imagem corporal podem evitar as sensações sexuais que ativam as suas preocupações com a imagem corporal.
  • Pessoas que comem compulsivamente, por vezes evitam sentir a sensação de fome, e isso leva a que comam antes de sentir as sensações de fome.
Usualmente a excessiva monotorização sobre as sensações físicas incómodas, deve-se à associação negativa que se faz das mesmas, provavelmente porque numa experiência passada gerou grande incómodo, desagrado, perda de controle ou ansiedade elevada. Se você tem este tipo de comportamento de evitamento, pondere informar-se melhor acerca do medo das suas sensações físicas, certamente criou um ideia errada acerca do possível dano que essas sensações podem causa-lhe. Nós estamos preparados para um alargado espetro de sensações, a grande maioria de grande utilidade para a regulação da nossa vida.

8. Você evita entrar em situações que podem desencadear pensamentos do género: “Eu não sou o melhor. Eu não sou tão bom quanto as outras pessoas.” Se a sua noção de autoestima é baseada em ser melhor do que as outras pessoas na grande maioria das áreas da sua vida, certamente irá deparar-se com inúmeras situações que desencadeiam a comparação social desfavorável. Isso pode realmente afastá-lo das coisas em que sente dificuldade ou julga não ser tão bom quanto os outros. Este tipo de comportamento pode impedi-lo a melhorar-se, ou a melhorar os seus pontos fracos.
Se você expressa este tipo de comportamento de evitamento, pondere expor-se a situações onde pode não ser tão bom quando desejável, mas em que se compromete a aprender e a melhorar. Por vezes, algumas pessoas vão desenvolvendo o perfeccionismo desmedido, o que causa grande sofrimento, dado que a pessoa espera ser perfeita em tudo o que faz. Como o termo perfeição é uma avaliação subjetiva e pessoal, a pessoa pode criar parâmetros fora da realidade, que raramente consegue alcançar.

CONCLUINDO

O evitamento como estratégia de redução da ansiedade, é uma estratégia de curta duração que tem o efeito paradoxal a longo prazo. A pessoa pode sentir-se aliviada no momento em que pratica o evitamento daquilo que lhe é incómodo, mas deixa de resolver o seu problema, acabando por aumentar os danos associados aquilo que teme. O evitamento não é uma estratégia aconselhada para gerir a ansiedade, e muito menos na resolução de problemas que emergiram da tentativa dereduzir a ansiedade.
Para aprofundar o assunto leia: 5 Hábitos destrutivos que geram ansiedade

quinta-feira, 30 de maio de 2013

DIETA DOS FRANCESES: (utilidade pública)







O Dr. Will Clower, médico neurofisiologista desenvolveu, durante sua estada  de dois anos no Institute of Cognitive Science, em Lyon, na França, umplano de 10 etapas para nunca mais fazer dieta e, ainda assim, com saúde, como os franceses.

"Descobri que os franceses violam todas as regras alimentares que  estipulamos para nós".

E, apesar de seus cremes, queijos, manteigas e pães, ataxa de obesidade na França é de apenas 11,3%da população, segundo pesquisa realizada em 2005 pela Internacional Obesity Task Force.

O programa de emagrecimento saudável é baseado em quatro grandes princípios básicos:

Comer 
alimentos de verdade, Aprender a comer,Reduzir a quantidade
 de comida e ser Ativo, sem necessariamente se exercitar.

"Em uma volta pelo supermercado fiquei impressionado com os laticínios -  fileiras e fileiras de queijos, uma geladeira inteira só pra iogurtes e queijos frescos..."

Onde estavam os produtos light?!

Segundo o médico, estamos inundados de alimentos artificiais- açúcares sintéticos, gorduras sintéticas e produtos alimentícios artificiais.

Falta-nos reaprender o que é comida de verdade, já que é a ingestão dela  que  proporciona ao corpo a nutrição na forma de que ele necessita.

Clower afirma que em vez de estimular a ingestão de novas substâncias químicas para enganar o organismo, o programa mostra porque alimentos de verdade funcionam em favor do corpo.

"Temos que reaprender o que é comida de verdade. 


Alimentos de verdade são os produtos naturais, que podem ser encontrados em  um texto de biologia e que normalmente fazem parte da cadeia alimentar. 

Refrigerantes 
não dão em árvore, Margarina é uma invenção, e os corantes,  Conservantes e estabilizantes que aumentam a vida do produto não foram  feitos para o nosso corpo", defende.

Em sua observação dos costumes alimentares franceses, o médico descobriu  que os franceses não comem alimentos processados, não evitam gorduras, chocolates e nem carboidratos, não tomam suplementos alimentares, não se  abstêm do vinho no almoço e no jantar e não comem com pressa
Ao adotar os hábitos franceses, ele e a mulher emagreceram onze e cinco quilos, respectivamente.

Entre outras dicas, Clower prescreve uma limpa na despensa e na geladeira, com o auxílio de que se deve ter em casa; fala sobre os benenefícios do vinho, com moderação, é claro; da importância de se passar mais tempo à mesa, usufruindo do sabor da comida, e de como isso auxilia a diminuir o tamanho das porções, e da necessidade de se manter ativo.

Os resultados, garante ele, surgem em seguida. 


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PLANO DE 10 ETAPAS PARA NUNCA MAIS FAZER DIETA 

1 - Comer devagar.
 

Comer muito rápido faz comer mais.

O estômago demora cerca de 20 minutos para mandar um sinal para o cérebro.

Comendo devagar, o cérebro tem tempo de receber a mensagem de que seu corpo está satisfeito.

2 - Garfadas menores.
 

O paladar está na superfície da língua.

Se a sua boca está cheia de comida, você nem sente o gosto.

3 - Concentre-se na comida.
 

Comer em frente à TV ou no carro faz o momento se tornar irrelevante.

A falta de atenção faz com que se coma demais.

4 - Apóie o garfo no prato.
 

Se ainda tem comida na sua boca, coloque o garfo no prato.

Não o encha novamente até que tenha engolido.

5 - Sirva a comida em pratos pequenos.
 

Isso resolve dois problemas de uma só vez:

o de lavar a louça e o fato de você comer com os olhos.

6 - Comida sem gordura engorda.
 

Comidas sem gordura não satisfazem e contêm maisaçúcares.

7 - Se não for comida, não coma.
 

Nosso corpo sabe o que é comida de verdade: carnes, frutas, verduras.

Invenções como coca-cola causam problemas de saúde e de sobrepeso.

8 - Coma em etapas.
 

Coma a salada primeiro.

Isso ajuda a ganhar tempo à mesa e previne que você coma rápido e em grande quantidade.

9 - Gordura é necessária na dieta.
 

Seu corpo e cérebro necessitam de gordura para serem saudáveis.

Você come uma quantidade normal de gordura quando come alimentos de verdade, como manteiga, azeite, ovos, castanhas e queijos.

10 - Alta qualidade da comida leva a comer menos quantidade. 


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ALIMENTOS QUE SE DEVE TER SEMPRE EM CASA
:

Peixes (salmão, sardinha, atum)

Grãos (granola, aveia, arroz)

Hortaliças(feijões, cebola, batata, abóbora, tomate)

Óleos e vinagres (azeite de oliva, óleo 100% vegetal, vinagre)

Produtos de padaria (farinha, ervas, temperos, açúcar mascavo, pimenta, sal)

Lanches(frutas desidratadas, biscoitos não-hidrogenados, nozes, azeitona)

Condimentos (mostarda, maionese de verdade)

Lacticínios (manteiga, queijo, ovos, leite, iogurte)

Bebidas  (café, cerveja, suco de fruta, chá, água, vinho) 

Fonte: http://saintgermanchamavioleta.blogspot.pt/2013/05/dieta-dos-franceses-utilidade-publica.html