Changing Plain Jane

Este blog é sobre beleza, vida saudável e lifestyle. Tenho um interesse especial em beleza sem químicos nocivos.

This blog is about beauty, healthy life and lifestyles. I have a special interest in Green Beauty.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

How Not to Be a Plain Jane

Louise Roe Headshot
TV presenter, fashion journalist, host of NBC's 'Fashion Star'
  
Plain Jane is a new summer reality series which I hosted. Each of the six episodes featured a new "Jane" searching for the change of a lifetime. The "Jane" of the week received a head-to-toe style transformation, including a new wardrobe and confidence-building exercises.
The show went beyond outward appearances to give all women the chance to make her romantic dreams come true. Once the transformation was complete, "Jane" surprised her unsuspecting crush with her new look and revealed her true feelings to him. A love connection is -- or isn't -- made.
My tips...
1.       Believe in your best bits. 'Plain Jane' is not about changing people or telling them they're rubbish. It's a positive message, which involves accentuating and tweaking assets - and we've all got at least one. So whether it's your legs, your laugh, or your intricate knowledge of old movies, celebrate that thing and push it out there for all to see. Don't be shy.
2.      Look in the mirror naked. To dress your body, you need to know your body, and few of us are aware what specific shape we are. Are you top heavy? Apple? Pear? Column or hourglass? Wherever your flesh goes in and out, there are garments in the mall designed to specifically suit your shape. 'Will it work on my figure,' should be your first thought when shopping, as opposed to being distracted trend, color, price, fabric or which celebrity last wore it in the gossip magazines.
3.      Buy the boy a drink. Women rarely buy the first drink, and chances are he'll be flattered. Don't be an aggressive cougar about it, but casually offering a beer to the guy you've got your eye on is a refreshing change from the usual motion of waiting for him to make the first move.
4.      Enjoy yourself. As simple as that sounds, many of us worry so much about how we look, what we should be saying, and what everyone thinks of us that we look staged or uptight and forget to enjoy the moment. Fashion and dates are supposed to be fun, they're not life-threatening diseases, so just relax and have a laugh. You've only got one life, time to live it.
5.      Nothing ventured, nothing gained. One part of the show involves me making each 'Jane' tell her crush how she truly feels about him. Sometimes there's a lot at stake - like 6 years of friendship or having to share an office with him afterwards. But not one girl regretted doing it. It was like a weight off their shoulders, a terrible fear finally conquered, and in some cases, the beginning of a blossoming romance. And it you're a bumbling blunderer when you're nervous, like some of the girls on the show were, don't forget to rehearse your words!
6.      Learn to walk in high heels. Practice makes perfect, and platforms or wedges are the easiest to balance in. Heels make you stand up straighter, they're slimming, and they really make a difference to the silhouette and attitude you give off when entering a room, trust me!
7.      Buy a red dress. If you're single. You're statistically more likely to be chatted up if you're in red. I'd go for a one-shoulder shape, it's elegant and chic and shows just enough skin to tickle a boy's fancy...
8.      Re-organize your closet. We only wear about a quarter of the clothes we own, mainly because our wardrobes are such a mess. Most things are lost and ignored in a messy bundle at the back. So get everything out on the bed, be objective about whether that decade-old little black dress could be updated with some new accessories or by a nip and tuck from the tailor. Color-coordinate the rest of your clothes and split everything into winter and summer, too.
9.      Get your adrenaline pumping. Pick the most daring item on your bucket list and just do it. On Plain Jane we've been bungee-jumping, sky-diving and swimming with sharks. Don't under-estimate how liberating facing a fear or pushing the envelope is. Stepping outside your comfort zone can help you see life with a whole new perspective, not to mention give you a little more faith in your own capabilities.
10.   Invest in some color. Like it or not, your outfit speaks for you. Fact: we judge strangers on appearance within 8 seconds of meeting them. So you had better make your entrance count, whether it's a job interview, a first date or a family gathering. So many - in fact, TOO many people - wear black, grey or brown, and allow themselves to fade into the background. Make a statement and be noticed in bright colors; it will certainly lift your mood, too.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Subtly Sun-kissed, Golden Glow Makeup Look

Gelado de morango saudável / Healthy Strawberry Ice cream

COMIDA EMOCIONAL


A comida é emocional, quer ache bem, quer ache mal… ;) Passamos a vida a correr atrás de algo, como se alguma coisa nos faltasse, e sentimo-nos vazios. Todas estas coisas geram níveis de stress bastante elevados e o sofrimento emocional é praticamente inevitável. E adivinha como é que muitas vezes esses vazios são preenchidos? Pois é… infelizmente, na comida. Ou pior, na “comida”… E será que quando “ataca” o frigorífico realmente está com fome? E o problema? É “só” este: se enchemos os nossos corpos com alimentos ‘vazios’ e que carecem de nutrição, estes ficarão mais fracos e cansados. Por outro lado, se munirmos os nossos corpos com vibrações alimentares elevadas, através de alimentos frescos e ‘limpos’, necessariamente irá sentir-se mais vivo, bem e feliz. Tudo é energia. Todos somos energia. E a comidinha no nosso organismo? É energia transformada! Os alimentos orgânicos frescos são energia positiva e é essa energia que mantém a alta vibração. Então, e de que forma a comida é emocional? Nós escolhemos os alimentos pela maneira como nos estamos a sentir no momento, ou como nos temos sentido no passado, e ainda como o nosso corpo se sente e qual é o seu desejo. E sim, o “desejar” decorre de emoções também. É baseado em sentimentos inconscientes de querer, do tipo "o que é que eu quero comer?” ou “eu estou com fome, eu tenho uma necessidade de preencher ". 

E o facto é este: precisamos de comida para sobreviver e precisamos de comida para progredir. Já ouviu dizer que “semelhante atrai semelhante”? Pois bem, este adágio que de resto é tido como uma “lei universal” em todas as correntes e filosofias ancestrais, espelha bem uma verdade: diz-me o que comes dir-te-ei como te sentes. Inversamente, poderíamos dizer “diz-me como te sentes, dir-te-ei o que comes”. Muitas vezes o nosso corpo simplesmente parece “pedir” o que comer. E é pois importante honrá-lo e “ouvir” com atenção o que ele nos está a pedir. Se quer sumo fresco, dê-lhe sumo fresco! E quando ele nos pede um bolo de natas, por exemplo? Se for de forma sistemática e recorrente, aí provavelmente, pare um pouco para pensar (antes de passar à acção e abrir a caixa dos doces). Comece por distinguir entre aquilo que é a vontade de comer fisiológica (do corpo) daquilo que é a vontade de comer emocional (da mente). Por outras palavras, a sensação de fome física tende a ocorrer progressivamente e tende a poder ser adiada (não saciada no momento). A sensação de fome emocional aparece de repente e muitas vezes com carácter de “urgência”. A fome física pode ser satisfeita com qualquer alimento, ao passo que a fome emocional exige, muitas vezes, satisfação exclusiva através de itens muito específicos (por exemplo, apelo por pizza, gelado, etc.). A fome física uma vez saciada, faz com a pessoa queira parar de comer. Já na fome emocional a pessoa tende a comer muito mais do que aquilo que em situações normais comeria. Por último, a fome física ao ser satisfeita não cria sensação de culpa; a fome emocional, pelo contrário, cria sensações de culpa após ser satisfeita. O equilíbrio e a moderação são importantes em todos os aspectos das nossas vidas. E a alimentação é, seguramente, um outro aspecto importante desse equilíbrio. E alguns dos ingredientes mais importantes com os quais podemos alimentar corpo e alma são precisamente o respeito, amor, honra e confiança. E isso passa (ou não) pelo estômago e pelo trato gastrointestinal, literalmente. :) Que tipo de alimentos você come? Que tipo de alimentos deseja? O que precisa e quais as emoções que sente ao comê-los? Como é que costuma escolher os seus alimentos? Verifique as suas emoções e pergunte-se que conexão pode existir entre as necessidades que precisa atender, aos diferentes níveis. Ter consciência dá jeito e a verdade começa aí. Então, temos tudo para fazer boas escolhas. Porém, somos levados pelos nossos desejos e emoções não resolvidas. 

Para finalizar, por hoje, deixamos aqui algumas técnicas básicas para se livrar destas armadilhas: 
- Sempre que sentir o impulso de comer fora de horas, pergunte-se: estou com fome ou com vontade de comer? Estou com fome de quê? O que me incomoda neste momento? Traga para o consciente a situação e tente resolver; - Pratique uma actividade física para canalizar o stress (caminhada, yoga, dançar, etc.); - Alimente também o seu espírito, tire um tempo para olhar para dentro de si, para meditar, orar ou até mesmo contemplar a natureza. Em suma, existem diferenças entre desejo, necessidade e vontade. É importante aprendermos a lidar com as nossas emoções, pois acontece com frequência alimentarmo-nos compulsivamente, mais por ansiedade do que por fome. Quando assim acontece, simplesmente esperamos que o alimento nos traga novamente uma sensação de bem-estar e aí é fácil cair-se num ciclo vicioso. E depois? Diz-lhe alguma coisa aquela sensação de culpa ou de “ressaca” moral?...www.wonderfeel.pt
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domingo, 7 de junho de 2015

12 truques para combater a fome ao longo do dia


Lavou os dentes depois de comer? Se não, devia. Não só pelo bem da higiene oral, mas porque ajuda a controlar o apetite entre as refeições. O mesmo se pode dizer de ir às compras sem fome.
Autor
·         Ana Cristina Marques
Muitas vezes, uma bolacha ou um chocolate a meio da tarde (ou da manhã) é pura e simplesmente má gestão de stress. Os hábitos alimentares tendem a piorar quando não há tempo para pensar no que se come. Mas, no fundo, é tudo uma questão de organização.
Para facilitar a sua vida, consultámos duas nutricionistas — Lillian Barros e Mariana Abecasis — para perceber quais os passos a seguir para controlar a fome durante o dia e evitar o tão temido ato de petiscar entre as refeições. Dois pequenos-almoços, lavar os dentes a seguir à refeição e não ir às compras com fome são algumas das soluções.

1. De certeza que já ouviu este truque, mas vale sempre a pena recordar: nunca passe mais de três horas sem comer, de modo a controlar o apetite. “As pessoas costumam comer muito numa só refeição e acabam por saltar a seguinte. O importante é comer a mesma quantidade, ainda que ao longo do dia”, diz Lillian Barros.

2. Já que estamos numa de dividir (refeições) para conquistar (boa forma) , tome dois pequenos-almoços: um ao início da manhã e outro a meio da manhã.
D.R
3. Ao longo do dia, aposte em alimentos ricos em fibras e em água, como frutas ou vegetais. A fibra impede que o açúcar seja absorvido de forma rápida e faz com que uma pessoa se sinta saciada durante mais tempo. Já a água dilui as calorias do alimento: quanto mais água um alimento tiver, menor é a quantidade de calorias. É matemática pura;

4. A fome consegue ser emocional e, na maior parte das vezes, está associada ao stress do dia-a-dia, o que faz com que entremos mais rapidamente em hipoglicemia. Como não é possível quebrar a rotina casa-trabalho-casa — a não ser que se queira inspirar no filme Into the Wild —, Lillian Barros aconselha uma alimentação rica em antioxidantes (com radicais livres na sua composição). Em causa estão alimentos anti-stress, ricos em aminoácidos, boas ferramentas para combater a ansiedade. São exemplos a banana, o ovo, o iogurte, a aveia e o chocolate preto;

5. Se comer na rua for mesmo inevitável, opte por saladas, sopas ou hambúrgueres grelhados (sem quaisquer batatas fritas, pão ou refrigerantes a acompanhar) — uma escolha fácil se for a um shopping. Caso se desloque a um restaurante, o ideal é optar por um prato em que a carne ou o peixe seja o ingrediente principal. Nada de pratos combinados;

6. Evite comer rapidamente, esteja consciente do ato de mastigar e não coma à frente da televisão;

7. Muitas vezes não é fome que sente, mas sim desidratação. Chás, infusões e tisanas podem dar uma sensação de conforto e permitem que fiquemos entretidos ao longo do dia. Mariana Abecasis acrescenta outra solução: ir bebendo algo com sabor e sem açúcar, como chá ou limonada, “para acalmar o vício de ir pondo coisas à boca”;

8. Lave os dentes a seguir à refeição ou coma uma pastilha elástica com sabor a mentol, lembra Abecasis, para deixar a boca fresca e limpar o palato e evitar a sensação de fome;

9. Chegou ao final do dia, está com fome mas ainda é cedo para jantar? Coma um prato de sopa ou um ovo cozido. É tudo uma questão de psicologia: a nossa cabeça associa este tipo de comida a uma refeição principal. O inverso acontece quando, à hora do almoço, comemos uma merenda em vez de ingerirmos uma refeição completa: durante o dia vamos comer mais para compensarmos o facto de, supostamente, não termos almoçado;

10. Não vá ao supermercado com fome, caso contrário corre o risco de comprar mais comida do que a necessária. A tradicional lista de compras é fundamental, porque ajuda-nos a abstrair do marketing fulminante com que nos deparamos nas prateleiras e nos corredores do supermercado.

11. “Organização, organização, organização”, diz Lillian Barros, que argumenta que é muito mais fácil comer bem quando as diferentes refeições estão planeadas.

12. E, sim, faça exercício físico com regularidade. A libertação de endorfinas vai contribuir para a sua sensação de bem-estar.