Changing Plain Jane

Este blog é sobre beleza, vida saudável e lifestyle. Tenho um interesse especial em beleza sem químicos nocivos.

This blog is about beauty, healthy life and lifestyles. I have a special interest in Green Beauty.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Campanha do Blue Therapy Serum da Biotherm

Comecei a utilizar este serum há uma semana atrás e estou a gostar muito. Gosto do cheiro e da textura. Sinto a minha pele muito mais luminosa e macia. Partilhei com as minhas amigas e elas também estão a gostar, não recebi nenhum feedback negativo.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

O que está prendendo o seu potencial?


Você tem um grande potencial dentro de si. Eu tenho um grande potencial dentro de mim, também. O pensamento de realizar esse potencial pode ser paralisante e pode ser assustador. O medo tem impedido muitas pessoas de experimentar a felicidade ou o sucesso que gostariam de alcançar. O medo pode manter-nos presos num lugar onde acreditamos que não somos bons o suficiente. O medo pode impedir-nos de realizar os nossos sonhos e isso pode efetivar-se como um grande obstáculo à construção da vida que queremos. Muitos dos nossos comportamentos de evitamento têm a sua raíz no medo. O medo de falar em público, o medo do fracasso, o medo da rejeição, o medo do embaraço, chegando por vezes ao extremo da pessoa desenvolver medo do sucesso. No topo da pirâmide do medo, está o pior de todos: o medo de vir a ter medo. Quando atingimos o ponto de ter medo de vir a ter medo, este torna-se patológico ao ponto de podermos desenvolver alguns transtornos de ansiedade, como ataques de pânico,ansiedade generalizadatranstorno obsessivo compulsivo e fobias.
“O nosso medo mais profundo não é o de sermos inadequados. O nosso medo mais profundo é que somos poderosos além de qualquer medida. É a nossa luz, não a nossa escuridão, que mais nos assusta.” – Marianne Williamson

O MEDO COMO OBSTÁCULO

Ao longo do tempo orientarmo-nos pelo medo pode levar ao desenvolvimento de um padrão comportamental de evitamento. Este padrão leva ao desenvolvimento de uma estrutura mental extremamente específica em detetar tudo o que possa apresentar-se como medo. Bloco a bloco, corre-se o risco de construir um muro sólido em torno de nós próprios. Este muro pode efetivar-se como o grande obstáculo ao desenvolvimento de todo o seu potencial. Por cada revés que você experimentou, por cada objetivo que você se afastou ou por cada situação em que você se inibiu, um tijolo foi adicionado, para cada ideia que você não defendeu, um tijolo foi adicionado, para cada autolimitação que você acreditou, um tijolo foi adicionado.
Com o passar do tempo, esta parede de tijolos enraizada no medo vai tomando proporções incalculáveis, chegando a antigir um grau não manejável, levando-o a acreditar que  nunca será capaz de derrubá-lo ou levantar-se acima dele. Este muro pode ser o que está impedindo que você atinja todo o seu potencial.
Assim como esse muro não foi construído num único dia, suportado por uma estrutura mental treinada na deteção do medo, não é provável que você seja capaz de instituir novos hábitos de um dia para o outro. Em vez disso, você pode começar a remover os tijolos, um por um, e depois redirecionar esses tijolos para construir um caminho que o conduza para onde você quer ir. É importante que você redefina as crenças negativas que tem acerca dos seus medos, leia: Medo, livre-se dessa sensação incapacitante. Quando perceber que os seus medos podem ser removidos, que podem ser superados, fica preparado para avançar para uma nova etapa, leia: Aproveite o seu medo para atingir os objetivos desejados.
Na sua caminhada de superação de alguns dos seus medos e obstáculos ao desenvolvimento do seu potencial, provavelmente existirão momentos em que você vai tropeçar, em que vai recuar um pouco, não fique alarmado. Esse processo é comum acontecer, mantenha-se firme e coloque os olhos no seu objetivo final.

DESENVOLVA A SUA CONFIANÇA

Ao tomar a decisão de enfrentar alguns dos seus medos e de superar alguns dos obstáculos que o têm impedido de alcançar o seu potencial, é preciso desenvolver confiança em si mesmo e no processo. Quando mantemos os olhos firmemente nos nossos objetivos, quando mantemos os olhos na recompensa e vamos celebrando pequenas vitórias, aguentando os recuos e as dificuldades, então estamos no caminho para criar a vida que queremos. Estamos preparados paramudar a vida para melhor.
Existem algumas estratégias que podem ajudar você a manter-se confiante na sua capacidade para se ir desprendendo dos seus medos e obstáculos. Em seguida apresento seis estratégias que podem orientá-lo no processo de mater-se confiante:

1. PISTAS

Onde estão as pistas em que você pode identificar alguns gatilhos que o informem que está a afastar-se dos seus objetivos? Onde estão as suas crenças limitantes que têm sabotado o seu sucesso? Quais são as áreas da sua vida em que você não está sendo tão produtivo como gostaria? Quais são as críticas mais cortantes que faz a você mesmo? Em que cenários se desculpabiliza mais? Em que situações você se torna agressivo de um momento para o outro? Se você fosse perguntar a pessoas da sua confiança onde você fica preso, o que evita, o que elas lhe diriam? Tente identificar o que o têm mantido preso nos seus velhos hábitos autosabotadores.

2. CLAREZA

Depois de descobrir alguns dos gatilhos que estão prendendo o seu potencial é importante ir clarificando o quão isso está afetando a sua vida. Você está encontrando dificuldades para fazer face às despesas, ou a lutar contra um vício ou um mau hábito, ou talvez esteja lutando com um problema de autoestima? Assuma a verdade, para que você possa avançar. Trazer clareza sobre a questão real vai permitir que você faça alterações. Vai permitir que você implemente as mudanças necessárias para vir a ser bem sucedido. Esconder-se por trás das suas fraquezas,problemas psicológicos ou problemas pessoais não é uma estratégia de êxito. É sim propagar e protelar os seus problemas. Olhe-os de frente, esclareça-os e parta para a ação.

3. DESAFIO

É verdade? Essa é uma pergunta muito poderosa que você pode fazer. Você tem que desafiar as crenças ou ideias disfuncionais e irracionais. Como você pode desafiar as ideias que estão prendendo você? Desafie e coloque à prova as suas incapacidades, fraquezas, medos, angústias e até mesmo algumas das supostas justificações “lógicas” que fazem você manter-se na sua zona de conforto. Saia da sua zona de conforto e potencie a sua vida.

4. ENFRENTE

Aqui é onde o trabalho acontece. A forma de você vir a ser bem sucedido é enfrentado os seus medos, partindo para a ação. O fracasso é uma opção mas o medo não. Você pode estar um pouco relutante em pedir mais responsabilidade no trabalho, ou abordar a pessoa que você tem admirado de longe, ou iniciar o seu próprio negócio. Pode ser reconfortante saber que você não pode fazer nada para mudar e que aceitar a sua situação é o melhor remédio, mas na verdade, provavelmente isso é uma ideia de resgate construída por si mesmo. Você pode agir, você pode desbravar o caminho para sentir-se de forma diferente. É possível superar os medos paralisantes que lhe retiram capacidade e acinzentam o seu potencial. Leia: O poder da ação, fazer o que é necessário ser feito.

5. COMPROMETIMENTO

Para além de você, quem vai ajudá-lo a manter o seu compromisso para que possa vir a ser bem sucedido? É muito comum querermos escapar de coisas que nos fazem sentir mal, que são desagradáveis e difíceis, portanto, procurar um treinador, um psicólogo ou outro tipo de profissional pode ser benéfico para manter o seu comprometimento. Criar a vida que você quer, e acreditar que é capaz de ser bem sucedido exige autodisciplina. No caminho para alcançar todo o seu potencial é importante manter-se fiel aos seus objetivos, mater-se enquadrado com a estratégia e acima de tudo procurar o apoio que julgue ser necessário.

6. CELEBRAR

Olhe o quão longe você veio. Lembre-se de outras ocasiões em que ficou preso nos seus medos, nos seus maus hábitos, nos seus obstáculos e angústias. Você já está a caminho de superar esse passado. Pelo novo caminho que está a construir vá celebrando as pequenas conquistas e os pequenos passos que vai dando. Viver a alegria do que vai conquistando é extremamente necessário para suportar alguns dos pequenos recuos que possam surgir.  Orgulhe-se da sua decisão de mudança. Caminhe com essa presença de espirito.

APRENDA A LIBERTAR-SE

Depois de reconhecer o fato de que você tem ficando retido por alguns dos seus medos, e ganhar confiança para seguir em frente, apresento algumas ações específicas para conduzi-lo à exploração de todo o seu potencial:
Comece agora mesmo. Não há melhor momento para começar algo novo, algo diferente, do que agora. Hoje mesmo você pode fazer a opção de iniciar uma pequena ação que irá criar a dinâmica necessária para orientá-lo no seu caminho. Pode ser um pensamento, entrar em contato com alguém para ajudá-lo ou motivá-lo, ou fazer um plano escrito de que é você que vai ser o seu principal aliado. Não importa o destino, a viagem pode começar hoje, agora mesmo.
Simule até conseguir. Você não pode ter todas as respostas, ou mesmo saber quais as melhores perguntas a fazer, mas no começo você pode agir como se soubesse como remover alguns dos obstáculos. Esta ação irá construir a fundação para a dinâmica positiva necessária para impulsioná-lo para a frente e remover o que o está prendendo. Ao simular ou envolver-se no “espirito” de capacidade, você vai começar o processo de mudança de um observador passivo da sua vida para um praticante ativo. Você passa a ser alguém que toma a vida nas suas próprias mãos.
Comece sozinho. Na primeira fase, é importante que se decida a tentar fazê-lo por si mesmo. Ao fazer isso, você vai ganhar uma confiança ainda maior e desenvolver uma maior compreensão do fato de que é capaz de influenciar a sua vida de uma forma muito positiva.
Cerque-se de pessoas da sua confiança. Uma vez que você tome a decisão de libertar-se do seu passado e começar a deixar de estar preso nas suas velhas formas de pensar, sentir e agir, os amigos ou pessoas da sua confiança podem oferecer um estímulo que será importante para o seu sucesso a longo prazo. Você vai precisar de esperança, validação e um abraço forte quando o caminho ficar tortuoso. Os seus amigos são um ótimo suporte. Permita apoiar-se neles.
Deixe o passado para trás. O que aconteceu no passado deve ficar no passado. Claro que os acontecimentos fazem parte de nós, que eventualmente alguns deixaram marcas, e podem tê-lo obrigado a grandes adaptações e mudanças drásticas. Mas você não é o seu passado. Utilize-o a seu favor, faça uso daquilo que possa fazê-lo caminhar para os seus objetivos. O passado só será castrador se você permitir. Quando você faz a opção de seguir em frente, também está fazendo a decisão de viver neste momento, no aqui e agora. Considere o que está à frente, qual o próximo passo a dar na sua vida e coloque a sua energia ao seu serviço. Viva no presente, não se paralise pelo passado. Se perceber que o seu passado está demasiado enraizado e tornou-se castrador dos seus sonhos, leia: 8 Formas de ultrapassar o passado e seguir em frente com a sua vida.
Uma nova unidade de medida. Muitas vezes avaliamo-nos de uma forma inversa. Há uma tendência a medir-nos de onde achamos que devíamos estar para onde estamos atualmente. Por exemplo, declarações como, “Eu já me deveria ter casado”, ou “Eu deveria ser mais independente financeiramente”, são exemplos de unidade de medida inversa. Avaliamo-nos do futuro para o presente. Este tipo de avaliação pode levar à frustração e desapontamento. Em vez disso, tente analisar-se a partir de onde você estava para onde você está hoje. Neste cenário, você verá o progresso e o esforço que você fez e continuará a fazer. Avalie o seu estado atual, se não estiver satisfeito projete-se no futuro e faça coisas para alcançar a sua visão. Deixe de avaliar-se como se você já tivesse que ter chegado a algum lugar, conquistado algo ou mudado alguma coisa. Avalie-se do presente para o futuro e não do futuro para o presente.
Não oriente a sua vida pelos outros. Esta é a sua vida. O nosso tempo é precioso. Se nos restringirmos por causa da ideia de como os outros irão pensar acerca de nós ou porque seguimos um determinado caminho ou curso de ação, então nós estamos cedendo à tentação de permitir que outros possam definir quem somos. Damos permissão para que essas pessoas determinem a vida que devemos levar. Para avançar, para libertar-se dos seu bloqueios, medos e obstáculos é importante que se afirme e passe a viver a vida que deseja, não importando o que os outros possam pensar (dentro dos limites do razoável). Leia: Esta é a sua vida, melhore-a hoje mesmo.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Jess e os Rapazes na Fox Life

Comecei a ver esta serie e acho super divertida. Vale a pena ver!

Zooey Deschanel é considera a MAIS SEXY DO MUNDO 

Zooey Deschanel é Jess, uma excêntrica e estranha rapariga, na casa dos 20, que depois de uma complicada e hilariante separação com o namorado decide dividir casa com mais três rapazes solteiros, mudando assim a vida de cada um deles da forma mais inesperada.

Jess é uma enérgica, divertida, tímida e extravagante rapariga que sente uma intensa necessidade de cantar sobre tudo o que acontece na sua vida. Ela é uma rapariga tão adorável que é impossível não gostar dela, mesmo com todas as suas manias extremamente irritantes. 

Depois de se separar do namorado, Jess precisa de um novo sítio para viver. Uma pesquisa online leva-a a um fantástico loft… e a três rapazes solteiros que ela nunca viu na vida. 

Descubra quem é Nick, Schmidt e Winston de 'Jess e os Rapazes' 

Fonte: http://foxlife.canais-fox.pt/jess-e-os-rapazes

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Como abandonar o sofrimento, quando este é prejudicial?


O Buda falou acerca da impermanência, de que nada dura, e que não compreender a verdadeira natureza da impermanência significa sofrimento. A maioria de nós até pode concordar que a impermanência, ou a mudança, é um fato da vida. Se eu perguntar se o tempo, uma cidade, uma criança será sempre o mesmo, a maioria vai dizer que não. Se eu perguntar se nós, como indivíduos nunca mudamos, mais uma vez a maioria diria que não. Mas aqui está o busílis. A nossa sensibilidade à impermanência revela-se nos imensos  apegos que temos a muitas coisas da nossa vida, desejando para que o mundo seja imutável. Nós vivemos num estado de conflito. Intelectualmente entendemos que tudo muda, e que todas as coisas boas ou ruins passam, mas emocionalmente apegamo-nos às coisas que gostamos e afastamo-nos das coisas que não gostamos. Isto cria sofrimento sempre que estamos a atravessar os ventos de mudança, enfrentamos uma enorme turbulência emocional, enquanto tentamos poderosamente agarrar-nos aquilo que sabemos que temos de nos livrar, ou que terminou. E isto é um impulso comum que na grande maioria das vezes gera sofrimento.

A INADEQUAÇÃO À MUDANÇA

Infelizmente, quanto mais esforço aplicamos na tentativa de tornar o mundo imutável, mais sofrimento experimentamos porque o mundo segue o seu caminho, gostemos ou não. Perante a nossa forte necessidade de fugirmos a grande parte das mudanças da nossa vida, nós ficamos vulneráveis, como se fossemos um animal preso numa rede. Os animais lutam num crescente desespero na tentativa de escapar, apenas fazendo com que a rede fique mais apertada. Funciona um pouco como quando temos de levar uma vacina. A resistência, ou contrair os músculos em antecipação à dor, faz com que a dor da injeção seja pior. Podemos resistir ao que é um fato, mas há um custo para nós e para os outros. Nós, usualmente expressamos os nossos problemas internos (a necessidade de que o mundo seja diferente do que é) para os outros, fazendo-os sofrer.
As mudanças por vezes impõem-se por si só, longe da nossa vontade e querer como as que estão ligadas ao principio existencial de cada um de nós, que é a dura realidade de que todas as coisas são transitórias. Outra, é o ritmo e a magnitude da mudança da sociedade. E uma terceira é o que muitas vezes nos provoca maior dificuldade devido à sua frequência, que são as nossas colisões diárias contra a realidade que se nos impõem. Quando nos apegamos às expectativas sobre como o mundo deve ser, e se este não está de acordo com essas expectativas, por vezes, ficamos perturbados e sofremos com isso. Tentamos resistir ao que é. Descontentamentos diários comuns incluem coisas como um funcionário de caixa de supermercado antipático e mal-humorado, uma pessoa que quase nos manda fora da calçada, uma carta a relembrar-nos de um pagamento em atraso, ou voltar para casa de uma viagem e encontrar um viveiro de formigas na cozinha.

O CONTROLE SOBRE AS OUTRAS PESSOAS É PROMOTOR DE SOFRIMENTO MÚTUO

Talvez o gatilho mais comum de resistência à realidade são as ações (ou ausência de ações) das outras pessoas. Por vezes, queremos que as pessoas se comportem da forma como desejamos, e não como elas costumam comportar-se. Quando começamos a ficar frustrados com a não apreciação sobre os comportamentos das outras pessoas, podemos ver as ações delas como obstáculos para o nosso bem-estar, e assim tentar controlá-las. Mas as pessoas não gostam de ser controladas, resistindo à nossa persuasão, e tornando tudo consideravelmente pior. Infelizmente, a tentativa de controlar os outros, muitas vezes assume formas desagradáveis ​​e desrespeitosas. Considere a raiva, o sarcasmo, o escárnio, o mau humor, vitimização, ou culpa, que representam apenas algumas das muitas maneiras que podemos tentar manipular os outros a fazer o que queremos.  Perante tal cenário, elevamos a probabilidade de gerar sofrimento para nós e para as outras pessoas.

ACEITAR A MUDANÇA

O sofrimento autoinfligido, o sofrimento desnecessário sedimentado num raciocínio desadequado, usualmente gera mágoa, tristeza, azedume, cansaço, irritabilidade, descrença, stress, negatividade, pouco a pouco constrói-se uma estrutura mental catastrófica e sombria que mina qualquer hipótese de bem-estar e felicidade. Para aqueles de nós à procura de uma maior paz interior (a maioria de nós) é vantajoso aceitar a mudança, não toda e qualquer mudança e a todo o custo, mas a mudança que sabemos ser inevitável. E, uma das chaves para isso é viver no momento presente. Estar no momento presente, senti-lo e experiênciá-lo permite-nos presenciar e olhar para os pensamentos negativos, emoções negativas e até mesmo ações, e não tentar afastá-las. Estar no momento presente permite-nos entender plenamente o que estamos vivendo, e  ”regular” as reações inúteis, especialmente as de resistência.
Expliquei de forma mais aprofundada o tema da mudança no artigo:

ACEITAR A NOSSA PRÓPRIA EXPERIÊNCIA

Somos seres humanos, e como tal no nosso código genético possuímos informação que nos permite sentir e vivenciar uma leque alargado de sensações, sentimentos e emoções. Através dos nossos cinco sentidos, o nosso sistema nervoso leva até à central de comandos (o nosso cérebro) informação (nem boa, nem má) que é posteriormente sujeita a uma avaliação consciente. É na verdade, a forma como interpretamos a informação que permite criarmos um gatilho para o sofrimento. Nem toda a informação considerada negativa pelas nossas avaliações tem necessariamente de levar-nos ao sofrimento. O sofrimento é uma forma apurada, da dor emocional, física e espiritual. O sofrimento é algo subjetivo, pessoal e intransmissível.
Aprender a aceitação e praticá-la, permite-nos perante situações problemáticas e consequente impacto em nós, resolver mais facilmente o gatilho da nossa frustração. A aceitação facilita o processo de reconhecimento das nossas reações, o que permite não ficarmos apegados a elas, nem sermos conduzidos por comportamentos subconscientes inapropriados. Simplesmente “estar” com essas reações (sem julgamento destrutivo) ajuda-nos no caminho para a paz interior, porque nós retiramos-lhes o poder de nos afetar, não ficarem em nós. Basta observar e não fazer julgamentos sobre as reações, é como se disséssemos:  ”Ah, o vento está a soprar para norte.”
No exemplo anterior, depois de se observar a direção  do vento, dirigimos facilmente os nossos pensamentos para outro estímulo qualquer. Se conseguirmos observar as situações, mas não ficarmos apegados à reação que temos, por exemplo, não ficarmos de mau humor porque fomos mal atendidos na caixa do supermercado,  aplicamos o mesmo processo quando observamos a direção do vento. Se conseguimos fazê-lo para o vento, podemos fazê-lo para qualquer coisa. Tudo depende da aceitação da experiência e da prática do desapego, prática interminável do desapego e reorientação da atenção e dos pensamentos noutro assunto. Esta é uma técnica que nos permite com eficácia reestabelecermos o equilíbrio emocional e encontramos paz interior, mesmo em situações mais voláteis.
Expliquei a técnica de mudar um pensamento negativo para um pensamento positivo no artigo:

QUANDO TUDO MUDA, MUDE VOCÊ TAMBÉM

Como tenho vindo a explicar, grande parte do sofrimento, por vezes é autoinfligido nas situações do nosso dia-a-dia. Situações que ativam a nossa frustração, pelo fato das coisas não acontecerem como nós desejaríamos. Ou, por vezes também porque algumas das coisas que gostamos, mudaram, alterando-nos o humor, o bem-estar e a satisfação de vida. O apego exagerado ao nosso próprio modelo de olhar o mudo, pode promover o sofrimento, dado que o mundo é mutável, muitas coisas mudam a todo o momento. Quanto mais flexibilidade de pensamento e aceitação da realidade das experiências que vivemos, tivermos, mais capacidade desenvolvemos para nos adequarmos e nos desapegarmos das situações desagradáveis com que nos deparamos constantemente.
Aceitar a inevitabilidade das experiências que estão fora do nosso controle é parte do caminho para a paz interior. Mas talvez ainda mais importante no movimento para a paz interior é aceitar que a mudança é inevitável. E se a mudança é inevitável, é importante que nós consigamos também mudar. Não falo em mudar-se a si mesmo enquanto pessoa. Mas sim, mudar o seu foco atencional, mudar os seus pensamentos. Mudar a orientação dos seus pensamentos, sem ficar preso à ideia de que tudo tem de ser como você gostaria que fosse. Quando algo acontece, que esteja fora do seu controle, e não é como você gostaria, analise a importância disso. Se não for suficientemente importante para a sua vida, flexibilize o seu pensamento e foque a sua atenção em algo diferente. Não fique a consumir-se com algo que no próximo dia não terá qualquer peso na sua vida.

TRISTEZA, SENTIMENTOS E PENSAMENTOS NEGATIVOS NÃO SÃO O FIM DO MUNDO

A excessiva sensibilidade e incapacidade para suportar momentos de tristeza, sentimentos negativos e pensamentos negativos é um enorme gatilho para o sofrimento. No entanto, sentir tristeza e ter sentimentos e pensamentos negativos é uma realidade inevitável. Todos nós em alguns momentos da nossa vida iremos passar por um cenário do género. Os motivos serão distintos para cada um de nós, mas o resultado pode conduzir-nos ao sofrimento. No entanto, o sofrimento pode ser minimizado através do entendimento e da aceitação de que todos nós não podemos deixar de sentir tristeza, nem deixar de ter sentimentos e pensamentos negativos. É uma condição humana. O que temos sim, é de aprender a lidar com isso, e a desapegar-nos disso. É importante perceber que somos capazes de fazer coisas para nos sentirmos melhor quando estamos tristes, e que sentir tristeza não é o fim do mundo.
Expliquei de forma mais aprofundada o tema da tristeza nos artigos:
Por vezes o sofrimento não está nos acontecimentos em si, mas na forma como lidamos com os sentimentos e pensamentos que eles nos fazem disparar. A forma como lidamos com as sensações que sentimos e com os pensamentos que nos surgem na cabeça, promove o nosso mal-estar, ou ao invés, promove o alívio do sofrimento e a procura de soluções.
Em vários artigos passei a seguinte mensagem: O problema não está em termos sentimentos e pensamentos negativos, mas sim em segui-los.
Acontecimentos que nos deitam abaixo, que nos infligem sofrimento imediato, que colocam o sentido da vida em causa, são premissas que toda a humanidade tem vindo a enfrentar ao longo dos milénios. Catástrofes, mortes de familiares, sofrimento físico desmedido são situações mais que justificativas para gerar sofrimento legítimo. Ainda assim, após a derrocada, cada um de nós enfrenta a dura decisão de ter de voltar a restabelecer-se. É sempre um decisão que se movimenta entre o terrível sofrimento ligado à situação que o originou e a vontade de voltar a sentir-se bem.  É nesse exato momento, que a aceitação da situação e o desapego dos sentimentos e pensamentos negativos podem tomar lugar. A capacidade de ter em mente as situações angustiantes e ainda ser capaz de orientar os pensamentos para algo que possa ser agradável e vir a fazer-nos sentir bem, joga um papel importante no alívio do sofrimento e na reconstrução de um sentido para a vida.
A memória de algo catastrófico e a noção de perda ou frustração, não invalida que possamos seguir em frente e trabalhar na orientação dos nossos pensamentos e ações que nos tragam um retorno positivo para a vida.
Expliquei de forma mais aprofundada o tema dos pensamentos e sentimentos negativos nos artigos:

Fonte: http://www.escolapsicologia.com/como-abandonar-o-sofrimento-quando-este-e-prejudicial/ 

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

REVENGE - na Fox Life

Vi o primeiro episódio e cativou-me.


REVENGE - As Terças na Fox Life - 21h25 

"Passada nos Hamptons, conta a história de uma rapariga que quer vingar o pai, traído pela mais rica familia da vizinhança. A série que chegou à FOX Life no dia 04 de Setembro às 21h25, conta com um guarda-roupa fantástico, recheado de vestidos Herve Leger, para além de ter a participação de Ashley Madekwe, a autora do blogue de moda ‘Ring My Bell’, num dos principais papéis."

Campanha do Blue Therapy Serum da Biotherm


Finalmente recebi o famoso kit para iniciar o tratamento e poder dar feedback sobre o produto.  Comecei hoje mesmo a utilizá-lo. Este novo serum anti-idade, promete reduzir a aparência de rugas, manchas escuras e falta de firmeza.
Vou partilhar umas amostras com as minhas amigas para elas poderem experimentar este produto revolucionário e darem a sua opinião.


terça-feira, 4 de setembro de 2012

MARILYN À BEIRA-MAR


MARILYN À BEIRA-MAR, de Vicente Alves do Ó (Oficina do Livro)

Título: Marilyn à Beira-Mar
Autor: Vicente Alves do Ó
PVP: 14,90 eur
N.º de Páginas: 331

“1959 Chegou cheio de acontecimentos… Laura comprava cigarros na tabacaria, vestia-se com roupas que manda vir de Lisboa e provocou escândalo quando vestiu um par de calças aos olhos de toda a gente”

Sobre o Livro: 
Narrado pelo filho, esta é história de Laura, uma mulher pouco convencional que desafia os limites do permitido no Portugal conservador dos anos 50. 

Laura foge do marido que a maltrata e descobre o universo dos sonhos e do amor, onde finalmente lhe é consentida alguma liberdade. Tendo como o pano de fundo a figura quase omnipresente de Marylin, ídolo de Laura.

Sobre o Autor 
Nasceu em 1972. Argumentista, trabalhou com realizadores como Ruy Guerra, António-Pedro Vasconcelos, Mário Barroso e Solveig Nordlund. 

Em 2011 estreou-se como realizador de longas com "Quinze Pontos na Alma" e em 2012, a segunda longa-metragem chegou aos ecrãs: "Florbela" inspirada na vida e obra da poetisa Florbela Espanca. Actualmente, dedica-se à escrita do novo romance.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

How to Socialize, Be Funny and Make Friend




Making friends can be easy. It depends on ho outgoingyou are. If you're shy, then you need to build up your confidence to become popular. This guide might help you but what you really need is socializing skills and of course a cheerful smile.

EditSteps

  1. 1
    Just be yourself. Don't be afraid to express your opinions. If someone insults you, just ignore them. The people who are jealous and hate you will be outnumbered by the people who love you for being yourself.

    Exercise Your Brain

     Games You Didn't Know Existed to Fight Brain Decline and Aging.
    www.lumosity.com
  2. 2
    Be optimistic. Even if you are feeling really down, remember that there's always something out there to smile about. A positive outlook will make people want to be around you a lot more. Be cautious, however. There's a point where optimism can be annoying. Don't be too optimistic.
  3. 3
    Crack a joke. (Having a sense of humor is important, but don't get too carried away, there are some things you have to be serious about.If you joke about your friend in a rude way it could damage your relationship with them.)
  4. 4
    Smile as much as you can! Signs of encouragement let people know you care about what they are saying. But have a reason to smile. Make it clear you have a reason to smile with humor or optimistic words. Smiling without a reason, or smiling too much may creep people out.
  5. 5
    Share interesting/silly ideas. Your thoughts can open up many doors that can lead to friendship.
  6. 6
    Listen more than you talk. Instead of nodding and smiling and occasionally wiping the drool off your face, try to take what the person says and run with it. Add your own thoughts into the mix - but don't hijack the conversation.
  7. 7
    Start by doing little things if you are very reserved. For example, every time you go to school, work, or wherever, say hello to one person and have a one-on-one conversation with them.
  8. 8
    Say "hello" to those that don't talk much. (Share something about yourself, such as where you're going or why you're there. Avoid talking about the weather - as Tom Waits says, "Strangers talk about the weather." Try to compliment them.
  9. 9
    Don't expect perfection out of anyone, especially yourself. For example, if you forget your own name while introducing yourself (which probably won't happen), just make fun of the situation.
  10. 10
    Be Patient. If you are still among strangers, the apprehension of a conversation may cause a delay in comments. Don't worry, that will go away in short order.
  11. 11
    Talk to older people, maybe even your own folks. They will be less likely to ridicule you, therefore making it easier to learn to talk well.
  12. 12
    Place importance on making social contacts. The people who are considered popular may not be the sharpest tacks in the box, but they are acquainted with important people who may contribute to their future careers. It is never too late to feel that being popular is important. If your work environment allows for it, host a party, organize a sports game, etc.
  13. 13
    Love yourself. It is difficult to like others when you do not appreciate yourself for who you are. Try exercise to improve your self-esteem. Start your journey to "self-discovery."
  14. 14
    Be loyal. Little things count. If you make an appointment, be on time. If you're in a group, show up early, and stay late (even if you don't have anything to say at the moment).
  15. 15
    Be nice to others. Always give compliments, but don't try too hard. If you are shy, take a deep breath and risk it - you never know what might happen. Again, if you are shy on the outside but a little crazy on the inside, let it out once in a while. Wear your hair up high and spin around or dance. Others will laugh and find you funny and fun to be with.
  16. 16
    Try not to be defensive over something that is possibly your own issue. For example, don't shout, "Why are you so prejudiced?" or "Why don't you like women?" when due to past situations you may just be overly sensitive. Try to always believe the best of others and give them the benefit of the doubt that can go a long way in getting to know the real person. If it turns out they are a bigot, then move on to befriend the next person and don't waste any more energy. It may take a few tries to find friends that "click." And anyway, if you're arguing with someone about something stupid such as shoes, drop it. Try to get out of arguments that are dumb. If you're arguing because you were sticking up for your friend such as something like someone was making fun of her and you were trying to stand up for her, then I completely understand.
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    Be honest. Lying will make people not want to be your friend any more, because they will not trust you anymore.
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    Respect everyone, no matter what they think or say. They are a person and deserve to be treated with respect. If you treat people well they will treat you the same.
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    (Build confidence)Try to get younger friends if you are in middle school. Hanging out with kids a year or two younger than you will help build confidence, which will help you with kids around your own age. I know, no one wants to hang out with the 10 year old next door. But i promise just hang out and talk to them and your confidence will skyrocket!
    • Avoid saying something that could be taken the wrong way, but don't over-analyze what you want to say. If you think about it too much, not only will you miss out on your chance to contribute to the conversation, but what you do end up saying might sound scripted and unnatural.
    • A pendulum has to swing in the opposite direction before it lands in the middle, so if you have too much of a problem over-thinking things, first let go of it allowing for errors or failed attempts -- and let yourself say things that could be taken the wrong way (be inaccurate) until you get the hang of it, and then learn how to "filter" out those errant efforts at conversing and associating for fun and friend.
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    Find people who share your interests. Get up, move and join a group of classmates that has similar interests whether at lunch or at a party. In that environment, it would be easier to meet people and make friends. And it's fine if your friends don't have much in common with you as long as you both are happy and comfortable. If they judge/don't approve of something you do, they aren't friends. If they don't approve of you smoking for example, don't look at it the wrong way. They're only trying to protect you. So, don't remain on the edge looking in; your move...

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EditTips

  • Don't try to be someone you're not. Just act calm and don't say anything out of the blue. If you want to talk to someone but don't have the confidence to do so; just go for it! You'll know if they want to be your friend or not by the way they respond. Maybe you could start the conversation with something simple, such as; "Hey, are you alright?" etc.
  • Everybody likes some attention, (even the shy ones). Pay a little attention to people, and often they'll repay you warmly. It doesn't take much.
  • Do not be selfish. Many think if they are generous their friends would take advantage of them. This is an absurd paradox. If your friends were taking advantage of you, you would see right through them, and they should not be considered your friend!
  • Avoid prejudice, even among age. It is not impossible for a 20-year-old to be a friend to a 70-year-old. Don't limit your possibilities.
  • Earn some money. You'll be able to go out and do more things, and if you get a job, you'll meet more people there who have similar experiences.
  • Surround yourself with people you want to be like.
  • Be passionate about what you believe in - keep your own opinions and ideas.
  • Take genuine interest in other people, and they will do the same for you.
  • A great way to start a conversation with some one new is to ask advice. Everyone wants to show off a little and most likely they'll be happy to help.
  • Start out slowly with people. Begin conversations with open-ended questions like, "How's it going?" and let the other person run with the conversation. Calibrate their initial response, to gauge whether they are responsive to more conversation.
  • Don't forget about your other friends! Introduce them to each other. That way, you'll have more to talk about and your friends can make more friends, too.
  • Sometimes people need a little coaxing. You might have to ask them "How are you?" and "What have have you been up to?" in succession before you get a deep enough response to bring about further conversation.
  • People often underestimate how self-conscious other people are. When you interact with other people, remember that they can often make the conversation uncomfortable because of their own insecurities. The best thing to do is to be confident. Confidence gives you a greater vantage point in which to see the social inadequacies of other people.
  • Aim to get respect from other people instead of their approval. People are attracted to the people that value themselves. If you are looking for other people's approval then you are implicitly saying that "I value this person's opinion of me, and valuation of me as my indication of worth." You have to value yourself and not seek anyone else's value assessment of you.
  • Surround yourself with other people and you will attract more people. People take shortcuts, and in the absence of spending hours with you to find out who you really are, they look to see that you are liked by other people (it's called social proof). As a result, they come to the conclusion, "if other people like you, then I suspect I can like you as well."
  • One thing that people like to talk about is sports. A good way to start a conversation is "Hey! How 'bout them (team)?" (If they are into sports that is)
  • It's easier to talk to people if you have shared an experience with them. Clearly the friends you have at the moment predominantly talk about interesting things they did in the past.
  • Don't be afraid to ask them for their Facebook, MySpace, AIM Screen Name, email address, phone #, etc. Its very important that you guys stay in contact if you want more friends.
  • Don't try too hard.
  • Cursing can be very unattractive, but at the same time, some people don't mind. It's best not to curse at all, people who don't like it instantly notice, but those who accept it don't notice it. But know the group you are in. Some groups of friends will like you better if you curse, but then it can be complicated(it might be OK around your same-sex friends but not when they have an opposite-sex friend over).
  • Never wear disgusting and dirty clothes. It puts people right off.
  • Always be nice to older people. Some of my best friends are older.

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EditWarnings

  • Don't allow negative treatment of your friend in a group that you wouldn't want for yourself. If something seems wrong, such as some of your friends are humiliating another friend (even if the individual is a bit of a jerk), speak up in defense. Just remember that this is your friend, too. Who cares if the others disagree: tell them that they should be loyal to this friend. Make it a point that "we are all friends". When it comes down to it, do you really want to regret not defending one of your friends in the group? Would it be worth it, to not help your friend -- and not show the others that you can be trusted to standup for them, too!
  • Avoid self-destructive thoughts. Doing things that build talent and esteem will subdue such negativity.
  • It is not necessary to accept the first person who comes along, as a friend. Judge them on their merits, not their appearance. In fact, don't judge much at all. Be cautious, however.
  • Don't try to say something just for the purpose of looking smart or funny. Most people would rather be friends with someone who comes off as being sincere, not someone just trying to show off. Make sure your humor comes naturally and isn't forced.
  • Not everybody likes a bubbly, social, funny personality. A lot of people probably like you just as you are!
  • Be yourself. DON'T think about changing into someone else that you are not as you will not get respect that way. If you lie about something that you really don't do, they'll end up finding out & maybe everyone the next week won't be into that anymore, so your best thing to do is talk about your own interests & ask them about theirs or any others they may have.
  • The 'key thing' in a conversation is the word 'you'. Ask them about themselves. DON'T go talking about yourself the whole time! If you notice you are saying "I" too much or are just talking about yourself, hurry up & finish that sentence & ask them about what they like. Example: "I like that singer's style. What kinda music do you like?"
  • Never put yourself down. Always be confident and other people will notice. Making a bad remark about yourself only makes it OK for other people to do so too.
  • Watch late night comedy so you can develop a sense of how to make people laugh.
  • Don't crack a joke every 5 seconds. People may think you're annoying, and won't want to hang around you.
  • Don't try too hard to be funny.
  • Don't laugh too much! If you're too nervous, take deep breaths and try to calm down.
  • Don't put anyone down including an older person or an ugly person. Be nice to everyone, for example don't find fault in others under no circumstances.

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