Changing Plain Jane

Este blog é sobre beleza, vida saudável e lifestyle. Tenho um interesse especial em beleza sem químicos nocivos.

This blog is about beauty, healthy life and lifestyles. I have a special interest in Green Beauty.

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

5 maneiras de encontrar o Amor Verdadeiro

Mesmo que não admitam, muitas pessoas passam a vida à procura da sua cara metade. Encontrá-la não é tarefa fácil, mas há coisas que pode fazer e que o vão ajudar a encontrar um companheiro que o respeite e que goste de si por aquilo que é.
O psicólogo Gregory L. Jantz deixa-lhe algumas dicas para que esta busca não seja impossível.
1. Seja autêntico: O ‘amor da sua vida’ tem de estar disposto a estar ao seu lado nos bons e nos maus momentos. Mas isso implica que faça o mesmo por ele. Seja honesto consigo mesmo e pense naquilo que verdadeiramente o faz feliz. Estar constantemente a mudar os seus gostos, os seus objectivos e as suas paixões por causa de outras pessoas, não o vai ajudar. A autenticidade atrai outras pessoas, portanto aprenda a gostar de si, por aquilo que é, e vai ver que vai encontrar a pessoa certa para si.
2. Tenha iniciativa: Quando se procura um companheiro, toda a gente tem uma ideia pré-concebida de como quer que essa pessoa seja. Mas ela não lhe vai cair ao seus pés portanto páre de se queixar e vá atrás dela. Se quer um companheiro que goste de desporto, compre uns ténis e inscreva-se num ginásio. Caso queira alguém culto e que se interesse por livros, comece a frequentar livrarias, bibliotecas e até mesmo conferências. O que não pode fazer é estar constantemente a lamentar-se.
3. Não se feche: Para encontrar 'o tal', tem de estar disposto a olhar à sua volta e conhecer outras pessoas. O pior que pode fazer é fechar-se. Se vê uma pessoa na fila para comprar um livro e a acha atraente, porque não mete conversa? Se está interessado num amigo do seu primo/irmã/amigo, porque não lhe pede para organizar um jantar para se conhecerem melhor? Mesmo que essa pessoa acabe por não ser a certa para si, sempre é uma maneira de lutar contra a timidez.
4. Confie em si mesmo: Isto pode parecer um cliché, mas é importante que acredite em si mesmo e que acredite que vai encontrar a pessoa certa para si. Se for autêntico, bem disposto e confiante, vai ver que o seu companheiro ideal há-de aparecer. Estas qualidades vão acabar por ‘atrair’ alguém que o compreenda e que goste de si pelo que é.
5. Seja feliz: Este é, sem dúvida, o conselho mais importante. Ninguém quer estar com alguém que esteja sempre infeliz e a queixar-se da vida. A felicidade atrai ainda mais felicidade. E se quer alguém que seja feliz ao seu lado, faça os possíveis para o ser também.
http://portaldobudismo.org/2015/07/04/5-maneiras-de-encontrar-o-amor-verdadeiro/ 

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Como ter boa sorte no amor

Há quem tenha encontrado o amor da sua vida e quem ainda ande à procura. Mas podemos aumentar as nossas hipóteses de sucesso na busca? Parece que sim... 

Não percebo. A Maria tem tanta sorte no amor e eu não tenho nenhuma...’
Quantas vezes não dissemos – ou não pensámos – qualquer coisa parecida com isto? Temos uma relação estranha com a sorte: por um lado, acreditamos que fazemos o nosso destino. Por outro, gostamos de pensar que os milagres acontecem.
Mas a sorte é, geralmente, o resultado de preparação e cuidado. Sim, podemos encontrar a nossa alma gémea de repente em plena praia deserta (em pleno metro, em plena pizaria, em pleno ginásio). Pode ser bombeiro e entrar-nos pelo telhado. Pode ser Pai Natal e entrar-nos pela chaminé. Mas se quiser maximizar a sua ‘sorte’ no amor, vai mesmo ter de fazer os trabalhos de casa.
Primeira parte dos trabalhos de casa (e a mais difícil): ser feliz sozinha. “Investir em nós, no nosso crescimento e evolução permite-nos criar oportunidades de conhecer pessoas interessantes e saudáveis que também se preocupem em desenvolver uma autoestima positiva”, nota Sofia Rodrigues, psicóloga clínica e psicoterapeuta de casal.
Agora que já somos felizes sozinhas, como é que podemos encontrar alguém? “Como em tudo na vida, se queremos ganhar a lotaria temos pelo menos que comprar um bilhete... É fundamental criar oportunidades para conhecer novas pessoas”, nota Sofia. “Se todos os dias dermos o nosso melhor para aproveitar ao máximo a vida a cada momento, a possibilidade de encontrar alguém pelo caminho é maior do que se permanecermos isolados.”
Onde encontrar o amor
Pronto, terceira etapa, desta vez mais prática: encontrar a alma gémea. Onde são os melhores sítios para conhecer alguém? Primeira lição: não vá onde não iria naturalmente. Se detesta discotecas, é pouco provável que encontre o homem da sua vida a abanar-se no meio da pista com um copo de gelo.
“Os melhores sítios serão sempre aqueles onde, em primeiro lugar, nos sintamos bem e com os quais nos identifiquemos, e em segundo lugar onde exista a possibilidade de conhecer pessoas novas”, explica Sofia. “Por exemplo, se gostamos de uma vida tranquila e de práticas de meditação, podemos fazer um retiro com um grupo de novas pessoas... se gostamos de dança, podemos frequentar aulas de dança a pares, fazer workshops e outras atividades.”
E não negue à partida uma ciência que desconhece: aproveite as potencialidades do Facebook e da Net. “Existem grupos e blogues que promovem encontros e partilhas em grupo, subordinados a temas específicos, como forma de convívio e de conhecer pessoas novas com quem possamos sentir empatia.” No meio disto tudo, é importante não se meter em nenhuma atividade naquele stresse de pensar que a todo o momento vai conhecer o homem da sua vida (até porque essas coisas têm o condão irritante, ninguém sabe porquê, de acontecerem quando menos se espera). “Procure fazer algo pelo seu  próprio bem-estar. Fica sempre a ganhar e não cria expectativas.”
É a pessoa certa ou não?
Aleluia! Encontrámos alguém que tem, como diria o chefe, muito potencial. Mas será que é ‘o tal’? “Em primeiro lugar, pense: “o que é ser a pessoa certa para mim?”, nota Sofia Rodrigues. Ou seja, que tipo de pessoa procura: um caso, alguém para sempre, o pai dos seus futuros filhos ou logo se vê? Alguém sossegado? Festivo? Um amante da natureza? Um amante de caniches? Um roqueiro? Um intelectual? Um atleta? Alguém com um emprego decente? O que é importante para si?
Seja honesta: muitas vezes, não encontramos a pessoa certa porque achamos que queremos um alto, louro e com dinheiro e queremos simplesmente alguém que se ria das nossas piadas e leve o gato ao veterinário, por exemplo.
Também o reconhecimento das qualidades e daquilo que nos apaixona no outro são fundamentais, às vezes, é tão simples quanto mudar de foco. “Mudar o nosso foco do negativo e as críticas destrutivas para o positivo, para a valorização e gratidão é, muitas vezes, suficiente para melhorar a nossa relação e perceber que afinal talvez o outro seja a pessoa certa para nós”, defende a psicóloga.
A propósito de mudar de foco, então e nós? Como é que nos tornamos pessoas ‘apaixonantes’? “Sendo felizes e sorrindo muito. Sendo apaixonadas pela vida e gratas pelas coisas boas que temos. Valorizando, construindo e não criticando ou destruindo. Acordando todas as manhãs optando por ver o lado bom e positivo. Já reparou que é impossível resistir a alguém que nos contagia com a sua alegria e entusiasmo?”
Ah, e não se limite a reconhecer o roqueiro ou o engravatado: vá lá e apresente-se. Se ficar no cantinho à espera que ele dê por isso, há poucas hipóteses de lhe cair um raio na cabeça a dizer-lhe que é você a mulher da vida dele. 
Quando a vida corre mal
Às vezes, como toda a gente sabe, as coisas correm mal. Todas conhecemos pessoas fantásticas que não têm ninguém. “Tudo na vida muda e passa por fases distintas”, nota Sofia Rodrigues. “Às vezes passamos por fases em que não nos apetece um relacionamento amoroso. Talvez estejamos a atravessar um processo de ‘luto’ ou feridas mal saradas, talvez não nos tenhamos cruzado com alguém especial.”
Pode-se ter tudo a nosso favor e mesmo assim nada acontecer. Pode--se conhecer o roqueiro e o roqueiro não nos achar graça. Podemos achar graça um ao outro e as coisas não aquecerem. As coisas podem aquecer mas durar menos que o prazo de validade de um iogurte... O que fazer? Andar para a frente e não perder a esperança. “O mais importante é pensar que, mais uma vez, tudo muda a cada momento e a única coisa que devemos fazer é continuar a acreditar, ter esperança, sorrir e ser feliz!”

domingo, 5 de outubro de 2014

Amor aos 20, 30, 40 e 50: onde encontrá-lo?

Decidimos investigar onde é que muitas mulheres, de todas as idades, procuram conhecer outras pessoas.  E se há quem aposte nas saídas à noite, também há as que garantem não precisar de sair de casa para (re)encontrar o amor.


No cinema, o amor começa da maneira mais surpreendente: por vezes basta um esbarrão na rua para acender a chama. Na vida real, parece que nada começa por acaso e que o Cupido é cada vez mais um fenómeno virtual. Um estudo americano traduz este mesmo fenómeno em números: mais de 30% dos casamentos começam na web. Mas afinal onde e como procuramos alguém? Parti à ‘aventura’ com a missão de descobrir que geração está mais dependente das novas tecnologias para  fazer conhecimentos e quais os métodos mais utilizados quando o objetivo é uma relação séria, para a vida, ou apenas um ‘caso de uma noite’. E o resultado não podia ser mais surpreendente!
CONSTANÇA, 33 anos
À conquista no Tinder  

Constança é a primeira a dar-nos a resposta. Tem 33 anos, é uma mulher independente e não procura um relacionamento sério, apenas quer conhecer outras pessoas. Para isso, utiliza o Tinder, uma aplicação de encontros online que já tem 100 milhões de utilizadores em todo o mundo. O sucesso pode ser explicado pela forma como as pessoas entram em contacto. Podem escolher se querem conhecer homens ou mulheres, de que idades, e até utilizar a sua localização para definir o raio máximo de distância a que se encontram essas  pessoas. E o jogo começa aqui, são-lhe apresentados vários candidatos, que pode, ainda no anonimato, aceitar ou não conhecer. Caso a outra pessoa também tenha dito ‘sim’, a aplicação avisa que aconteceu um ‘match’ (correspondência) e abre um chat onde podem dar início à conversa. “A grande vantagem do Tinder é que escolhemos com quem conversamos e com o ‘match’ já sabemos que existe vontade mútua de nos conhecermos. Coisa que não acontece quando entramos em chats como o Badoo. Já lá tive conta, mas rapidamente cancelei. Qualquer pessoa podia falar comigo e acabava por receber de tudo, desde poemas foleiros a mensagens de pretendentes que não tinham interesse nenhum”, recorda.
E o Tinder tem ainda mais vantagens, como a segurança que Constança diz sentir ao não ser obrigada a revelar os seus dados pessoais, ao mesmo tempo que pode investigar mais sobre a pessoa em questão. “Esta aplicação tem a particularidade de estar ligada ao Facebook, o que me permite obter mais informações, como preferências musicais, se gosta de ir ao teatro... Se percebo que temos gostos em comum é provável que tenhamos mais sobre o que conversar.” E será que resulta? “Já tive uma relação que começou no Tinder. Falámos durante um mês no chat e acabámos por marcar um café. Depois de alguns encontros, e dispensada a aplicação, ainda ficámos juntos quatro meses.” Mas apesar de a relação ter chegado ao fim e de ter tido experiências menos positivas na internet –  “já conheci um homem que era casado e  que nunca o admitiu” –, Constança não tem arrependimentos. “Continuo a achar que é uma ótima forma de me divertir e conhecer pessoas novas.”  
Ana, 41 anos
Encontros de 15 em 15 dias 

Ana tem dois filhos e é divorciada. Não utiliza aplicações de encontros, chats ou fóruns. Prefere conhecer as pessoas ao vivo, mas o Facebook conseguiu surpreendê-la. Logo depois do divórcio decidiu alterar o seu estado de ‘casada’ para ‘solteira’ e, apesar dos avisos de algumas amigas, não esperava que tudo fosse tão rápido. “Achava que estavam a exagerar, mas rapidamente percebi que não.” Desde que se assumiu como solteira naquela rede social que não tem sossego. “Ou desligas o chat ou não te largam, principalmente os amigos do teu ex-marido e pessoas com quem já não falas há anos. Parece uma corrida à lebre, para ver quem chega primeiro.” E assim começaram os convites, para jantar, para sair, ir a um bar. De 15 em 15 dias, quando os filhos ficavam com o pai, as saídas eram certas. Saía do trabalho, arranjava-se e ia aproveitar o tempo livre da melhor forma, conta Ana. “Acabava sempre por conhecer pessoas novas. Talvez por isso não precisei de conhecer alguém na Net, tinha sempre convites, era só uma questão de escolher o que me interessava.” De vez em quando fugia da confusão de Lisboa e regressava a Alenquer, onde reencontrava alguns amigos de infância. “Foi bom. No fundo, é  quase como se tivesse acabado de os conhecer, pois cada um seguiu o seu caminho e deixámos de ter contacto. A única diferença é que acabas por reviver as fantasias da juventude.”
 Esta foi a fase em que mais homens  passaram pela sua vida. “Eles sabiam que estava sozinha e que por isso era um alvo fácil. Saber até onde podes e queres ir é o mais difícil, porque a tentação é muita!” Mas nenhum deles ficou. “As pessoas na minha idade têm menos rodeios, mas também não têm tanta graça. Tomam-nos como garantidas, acham que estamos numa fase em que nunca dizemos ‘não’.” Talvez por isso o amor tenha surgido da forma mais inesperada, com um colega de trabalho. 
Fátima, 54 anos
Uma ‘cinquentona’ na Net 

Fátima está divorciada há 28 anos. Tem três filhos e já é uma avó cheia de histórias para contar. Trabalha num ginásio e a sua elegância e boa disposição tornam bem visíveis os cuidados que tem com o corpo... e a mente. Gosta de sair à noite com as amigas, dançar e divertir-se. “Não vou para a discoteca com o objetivo de encontrar um homem, mas pode acontecer, se conhecer alguém com quem tenha empatia...”, conta, com um sorriso. E já aconteceu, mas não foi muito além de um ou outro encontro.
E foi na Internet que encontrou um homem que parecia perfeito. “Começámos a falar no Clube da Amizade e passados três meses de muita conversa marcámos um encontro. Era um homem gentil, divertido e andámos durante alguns meses. Até fomos passar férias juntos.” Só que o convívio acabaria por revelar que o par ideal não era, afinal, tão ideal assim. Fátima conta que terminada o que chama de “fase de campanha”, tudo mudou. “Ele continuava a falar com pessoas no Clube da Amizade, mesmo estando comigo, e por vezes a infidelidade emocional poder ser bem pior do que a traição física.”
Fátima diz que nunca teve uma má experiência na Internet e que fez muitos amigos, com quem ainda fala. No entanto, está consciente dos perigos que existem e conta-nos o caso de um amigo que conheceu uma mulher no Meetic e teve uma enorme deceção. No primeiro encontro deu de caras com uma senhora bem mais velha, que até já andava de bengala.
Fátima não está propriamente à procura de uma relação séria. Confessa que se tornou escrava da sua liberdade e que agora não se imagina a viver com alguém, o que não quer dizer que não goste de conhecer pessoas novas. “Posso passar um fim de semana com um homem, ir a um motel, mas juntar as escovas de dentes é que não. Tenho algumas amigas que pensam exatamente o mesmo, já outras sentem muita falta do carinho e da companhia diária. Mas eu tento explicar que podemos ter tudo isso sem ter que partilhar o mesmo espaço.”
Agora está mais desligada das redes, mas continua a conhecer pessoas, quer seja na praia ou no ginásio. Como gosta de dizer, “o físico atrai, mas a personalidade apaixona”.
E Fátima está sempre disposta a fazer de Cupido, com bons resultados no currículo: “Apresentei uma amiga ao pai dos meus filhos e ainda hoje estão juntos.”  
Margarida, 21 anos
Ao vivo e a cores

Apesar de serem mais dados à tecnologia, são os mais novos que dizem conhecer menos pessoas na Internet. É na noite que fazem as suas conquistas. Apesar de não ser fácil, conta Margarida. “Encontrar um namorado na noite é uma raridade. Na verdade tudo começa e acaba ali e nem existe uma troca de contactos, pois não dou o meu número a uma pessoa que acabei de conhecer.”
É aqui que as redes sociais entram em jogo, dando seguimento ao potencial romance que começou na saída noturna. “Se ele ficou interessado em ti, facilmente te encontra no Facebook através do nome e acaba por te adicionar como amiga e fazer ‘gostos’. Esta é uma das formas mais comuns dos rapazes meterem conversa”, adianta Margarida, estudante universitária, que admite não adicionar pessoas que não conhece, já que é da opinião de que “os desesperados é que andam à caça no Facebook”. Primeiro tem que conhecer a pessoa ao vivo e só depois é que a relação pode passar para o plano virtual. Um primeiro encontro na Net está fora de questão. “Acho que as coisas surgem de forma natural.” Mas não é qualquer sítio que serve para Margarida conhecer rapazes novos, a escolha é criteriosa. “Sei que o tipo de pessoas que vou encontrar depende do tipo de discoteca a que vou.”  Nesta altura já estava eu convencida de que as aplicações e sites de encontros eram utilizados apenas por quem tinha mais de 30 anos e pouco tempo, e paciência para socializar. Quando numa pesquisa na Internet descubro o Bang With Friends, uma aplicação em que selecionamos com quem gostaríamos de fazer sexo. Qual é o meu espanto quando através de um link me aparece uma lista com os meus amigos do Facebook (todos na casa dos 20) que utilizam esta app. Corri para o telemóvel e quis saber como tudo acontecia. A resposta foi sempre a mesma: “Só instalei porque imensa gente falava nisso, mas nem cheguei a utilizar.” Hummm...
No final das conversas, fiquei com uma certeza. Com ou sem Net, parece que se confirma: quem procura acha, seja lá o que for... 
Encontros em rede
Sites e aplicações que descobrimos na nossa pesquisa.
BANG WITH FRIENDS: Esta app nasceu no Facebook e permite escolher com qual dos seus amigos gostaria de ter sexo. Se essa pessoa também a escolheu a si, vai receber um email onde é informada que aconteceu um ‘Bang’. É uma forma simples e direta de ‘convidar’ alguém para um encontro físico. Já conta com um milhão de utilizadores, de entre os quais resultaram 50 mil encontros. www.downapp.com
TINDER: Uma aplicação criada nos EUA que se propõe juntar duas pessoas com base nas avaliações que se faz das fotos dos candidatos. Se eu der ‘sinal verde’ à foto de uma pessoa e for correspondida, é-me enviado um aviso que houve um ‘Match’ e é aberto um chat que nos permite conversar. www.gotinder.com
CLUBE DA AMIZADE: É um site de encontros português, que permite pesquisar numa base de dados através de palavras-chave, como ‘homens que procuram mulheres em Lisboa’. www.clubeamizade.pt
BADOO: Funciona como um rede social em que criamos um perfil – com fotografias, localização e interesses – e em que que vamos adicionando pessoas. A partir daí tudo é possível. Também podemos pagar para ficarmos no topo dos resultados de pesquisas realizadas por outros utilizadores. badoo.com/pt
http://activa.sapo.pt/arquivo/2014-09-19-Amor-aos-20-30-40-e-50-onde-encontra-lo-

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Estimulando a Felicidade






Felicidade não é um sentimento. Os sentimentos podem estar presentes na felicidade,  principalmente a alegria. Nela cabem até sentimentos como o medo e a tristeza.  Porque a felicidade é um “estado de espírito”. Um “estado de espírito” é  uma vivência interna que se mantém no tempo e pode persistir mesmo que existam oscilações momentâneas.



Traduzindo: a felicidade se mantém mesmo que a uma pessoa esteja sob a mira de um revolver. Naquele momento ela terá medo, angústia e insegurança. Tão logo passe a situação traumática, o que se impõe em sua mente é o estado de espírito da felicidade.



Esta característica da felicidade existe porque a mente humana consegue produzir sentimentos, sensações e percepções que permanecem e independem da realidade externa.



Para simplificar a explicação peço que você leia os escritos da figura inicial deste artigo.



A pessoa diz: “eu quero felicidade”. Eu é o ego. Quero é desejo. Felicidade é um estado mental.



A felicidade é um estado que sempre existe dentro das pessoas. Em algumas pessoas é grande e em outras, pequeno. Ela pode ser cultivada e estimulada. Mas, que fique claro, é um estado da mente que já existe dentro da pessoa. Por isto, algumas pessoas dizem que você tem que se sintonizar com a felicidade.



O ego pode ajudar a criar condições que facilitem este sintonizar. Através da razão, da lógica, da organização, do planejamento, o ego pode criar condições de vida eficientes que favoreçam a percepção dos conteúdos internos da mente. É “dentro” da mente que são produzidos a felicidade e outros estados mentais. Um exemplo da importância do ego: imagine um agricultor que semeia a terra fora da época correta. Talvez passe fome e desenvolva culpa por ver os filhos sofrendo. Tudo isto conturbará sua mente, dificultando a percepção da sua realidade interna mais básica.



O menino que não sabe ser feliz (desejos criando sofrimentos)

Pessoas que sofrem por causa da mente reativa

Eu estava no paraíso e não sabia



Apesar da felicidade ser um estado interno, é mais fácil de ser estimulada e sintonizada quando existem melhores condições. O ego, portanto, pode ser facilitador desta conquista. Ou pode ser um dificultador. O ego passa a atrapalhar quando se torna tão dominante que as pessoas têm pouco contato com os conteúdos internos que brotam da mente. Neste caso, a vida fica tremendamente limitada e sem rumo. Boa parte do rumo que o ser humano deve dar à sua vida está presente na sua mente, pois foi planejado e organizado no plano espiritual. Este planejamento aparece sob a forma de sensações, interesses, vocações, intuições, sentimentos e outros,  que brotam do “fundo da alma”. Não precisam ser estimulados, brotam “sem muito porque e nem motivo” (na realidade há o porquê e o motivo, mas a pessoa o ignora). Observação: se você estimular estes conteúdos e estados mentais, eles ficam mais presentes e firmes.



Resumindo: o ego tem um importante papel, que é ajudar a ter vida eficiente, organizada e planejada.



A função do ego é prática. Ele permite, por exemplo, que a pessoa aprenda matemática muito bem. Ao estudar matemática, a pessoa abre mão de estudar história grega (por exemplo). O ego é um redutor. Para funcionar, ele precisa reduzir. Para reduzir ele gera tensão e exclusão. Pessoas muito ligadas ao ego são pessoas que tendem a ter muito stress e muita tensão. Isto é o oposto da felicidade que é expansão, desapego e fluidez. Um dos segredos para manter a sintonia com a felicidade é tirar a dominância do ego (ele deve ser forte para cumprir seu papel e humilde para se submeter à mente total).



Pode-se aprender e treinar o ego para deixar de ser dominante. Pode-se superar os traumas, as dúvidas e as inseguranças que ajudam a tornar o ego dominante. Há muito que fazer para “colocar o ego em seu devido lugar”.



Na figura existe uma segunda complicação: o desejo – “eu quero”.  Para que serve o desejo? O desejo é uma projeção no futuro, uma motivação para a ação. É uma grande conquista humana, quando usado com muita precaução. Um adolescente pode dizer: quero ser advogado. Com este desejo, ele orientará suas ações para atingir este objetivo. O problema começa quando as pessoas tornam-se máquinas que não param de desejar. Isto conturba a mente e dificulta a percepção da realidade interna. Também cria problemas, gera perda de energia, angústia, complicações, desavenças, etc. Outro problema é que o desejo constante desfoca a pessoa do presente. Torna mais difícil dar intensidade à vida e praticamente impossibilita o usufruto do que existe e do que se é. Estas condições, que o desejo constante atrapalha, são grandes facilitadoras da sintonização com a felicidade.



Resumindo: o desejo deve ser pouco, eventual e bem direcionado.



Na figura, após colocar o ego no seu lugar e se desligar do desejo, sobra a felicidade. Na realidade, este é o começo do desenvolvimento pessoal para conquistar uma mente clara que permita manter a felicidade mesmo em situações negativas.



Entrar no estado de espírito de felicidade não depende de fatores externos, apesar de ser muito melhor se os fatores externos forem melhores. Observe esta situação vivida por muitas pessoas: se uma pessoa ama outra e não é correspondida, ela pode não sofrer ou sofrer menos se desenvolveu a serenidade e o desapego. Conquistar estas qualidades é muito mais fácil quando se está longe da dominância do ego e não há desejos múltiplos conturbando a mente. A felicidade é, portanto, uma “plataforma” em cima da qual qualidades nobres podem ser desenvolvidas com mais facilidade. Todos nascem para evoluir.



A evolução pode ser algo simples, como o fluir de um rio em uma planície. Ou um ato muito complexo, como um rio cheio de corredeiras e perigos (sofrimentos). Quem está excessivamente apegado ao ego terá que sofrer para desenvolver as qualidades mais nobres da vida (o sofrimento serve para quebrar momentaneamente a dominância do ego). O ego é fundamental na conquista de algumas habilidades como, por exemplo, a disciplina. Por outro lado, ele é péssimo para gerar desapego ou benevolência. Qualidades mais nobres são melhor desenvolvidas quando são usados outros recursos da mente que vão além do ego. O sofrimento, ao quebrar as barreiras do ego, facilita a emersão (temporária) de conteúdos internos sutis e nobres que a mente produz constantemente.



A felicidade, e não só a felicidade, é produzida dentro da nossa mente. Podemos desenvolvê-la, podemos estimulá-la, podemos aprender a sintonizar com ela. Tirar a dominância do ego e desestimular os desejos são dois recursos muito importantes para atingir este estado de espírito. Além destes recursos existem outros. Aqui no blog Caminho Nobre você encontra dezenas de dicas e técnicas para estimular sua mente.



A vida de cada um pode ser mais bela, saudável e evoluída quando sintonizada com o estado de espírito chamado felicidade. Viver é uma arte, viver com sensibilidade para o que emana do nosso interior é mais importante ainda. Grande parte das pessoas desenvolve sensibilidade para o que é negativo. Enquanto isto, as experiências mais nobres ficam isoladas e desvitalizadas em algum canto da mente.



Por fim, quem tem depressão sabe muito bem que a mente produz estados mentais “sem motivo” externo. Ela também produz felicidade e outros tantos estados mentais.

 Fonte: http://caminhonobre.com.br/2013/04/24/estimulando-a-felicidade/

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

A procura do amor

Não podemos esquecer de amar para nos sentirmos completos e vivos por dentro, quero-me apaixonar de novo!



quinta-feira, 9 de agosto de 2012

O Dia em Que Matei o Cupido de Jennifer Love Hewitt


Jennifer Love Hewitt é uma confessa viciada no amor e uma romântica irremediável (ou não fosse Love um dos seus apelidos!) Ela tem tido sorte e azar no amor, porém, o mais importante é que sobreviveu para contar. Além do mais, conseguiu fazê-lo na luz da ribalta. Muito se escreveu sobre a sua vida amorosa, mas, agora, Jennifer partilha a verdadeira história do que aprendeu ao percorrer os sinuosos caminhos do amor. Em O Dia em Que Matei o Cupido, Jennifer apresenta a sabedoria que conquistou com algum custo e mostra-nos como viver o amor com os pés bem assentes na terra. Para que tal aconteça, temos de começar por matar o Cupido. Temos de acreditar que "e viveram felizes para sempre" exige trabalho árduo. Nem tudo é um mar de rosas, serenatas e corações pelo ar. Sagaz, sarcástica e reconfortantemente honesta, Jennifer fala-nos sobre como escolher o homem certo e como saber quando deixar partir aqueles que não interessam, revelando ainda umas quantas verdades surpreendentes sobre o sexo oposto. Desde 20 coisas a fazer após uma separação a 10 coisas a fazer antes de um encontro, aos perigos do namoriscar através de mensagens de telemóvel. Jennifer revela histórias e segredos sobre saídas românticas para ilustrar os momentos embaraçosos, idiotas, loucos, hilariantes e gloriosos que se vivem em relacionamentos. Divertido, original e encorajador, O Dia em Que Matei o Cupido merece um lugar na mesa de cabeceira, estante ou mesa de café de todas as mulheres, ou até enfiado na sua carteira XL de marca.



Fonte:http://www.wook.pt/ficha/o-dia-em-que-matei-o-cupido/a/id/11149191